O sucesso de Paulo Fonseca em terras italianas

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Após vencer pelo Braga e pelo Shakhtar Donetsk, o antigo defesa chegou a uma das principais Ligas para reerguer um dos grandes da Itália.

No dia 11 de Junho de 2019, Paulo Fonseca foi apresentado como o treinador da Roma. Após construir uma carreira notável em Portugal, quando passou por clubes como Paços de Ferreira, Porto e Braga, o antigo defesa-central chegou à Ucrânia, onde recebeu a missão de assumir uma equipa já estabelecida no cenário nacional: o Shakhtar Donetsk, de Mircea Lucescu. A sua reputação é um excelente motivo para aproveitar o Bet.pt Código Promocional, um dos melhores bónus do mercado.

Após vencer a Taça de Portugal com o Braga na temporada 2015/2016, ao empatar com o Porto no tempo regulamentar e ver a sua equipa levar a melhor nas grandes penalidades, Fonseca seguiu para a Ucrânia. “Sinto que o meu trabalho é muito mais valorizado aqui no estrangeiro. Mais do que era em Portugal. Poderei regressar um dia, claro, mas nesta altura não faz parte dos meus planos imediatos”, disse Paulo Fonseca ao Maisfutebol.

Ao conquistar o Campeonato e a Taça da Ucrânia por três vezes seguidas, bem como a Supertaça em 2017, o português deu continuidade ao trabalho de sucesso desenvolvido pelo Shakhtar e já declarou que a sua passagem pelo FC Porto foi um mal que veio para o bem. “Talvez a minha forma de liderar não tenha sido a mais adequada para convencer os jogadores acerca das minhas ideias. Lidar com jogadores de grande estatuto e dimensão requer outra maneira de trabalhar. Hoje lido bem com estes futebolistas de dimensão, como tenho no Shakhtar”, completou o treinador.

Com o sucesso, Paulo Fonseca chamou a atenção dos italianos da AS Roma em 2019, e tornou-se treinador dos transalpinos, ao assinar um contrato válido por duas temporadas. Ao assumir uma equipa com uma grande necessidade de reformulação, considerando que a direcção mudou em 2020 com o americano Dan Friedkin assumindo a presidência, Paulo Fonseca assumiu novas características para melhorar o desempenho do conjunto romano.

Habitualmente, o português tinha como marca uma organização táctica disposta no 4-2-3-1. Sem os jogadores específicos para sustentarem as suas ideias e, consequentemente, o seu sistema, este foi alterado na recta final da época para um esquema de três centrais. Com a alteração, a formação romana tornou-se numa fortaleza no Estádio Olímpico e, desde o dia 8 de Julho, atingiu um nível importante em casa, ao somar uma boa série de invencibilidade.

Ao convencer jogadores de experiência como Pedro, ex-Barcelona e Chelsea, e juntar-se a nomes experientes como os de Edin Dzeko e Henrikh Mkhitaryan, a jovens como Gonzalo Villar e Riccardo Calafiori, a Roma caminha para um futuro mais estável. Após a grande experiência da equipa ao chegar às meias-finais da Liga dos Campeões na temporada 2017/2018, batendo formações como o Atlético de Madrid na fase de grupos e eliminando o próprio Shakhtar e o gigante Barcelona, antes de ser afastado pelo eventual campeão Liverpool, os italianos confiam na figura de Fonseca para voltarem aos lugares mais altos da Itália e competirem de forma mais regular na maior competição de clubes da Europa.

A série positiva da equipa também convenceu a direcção, que parece mostrar cada vez mais a sua confiança em relação ao treinador ao oferecer uma renovação de contrato para o projecto ser desenvolvido a longo-prazo.

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