A “Pulga” arrancou a época a “partir tudo”. Lesionou-se. Recuperou. Regressou a “partir tudo”. Eis o resumo da época 2018/19 de Lionel Messi até agora. E se os seus feitos se espalham tanto pela Liga espanhola como pela Champions, é nesta última que os seus números se tornam mais impressionantes. Senão vejamos:

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Seis golos e uma assistência em 270 minutos jogados é um registo que dispensa maior detalhe. Quando a isto se soma a quantidade e qualidade de acções que Messi faz com e em função da bola, não admira que o nosso “radar” devolva um rating médio que até a nós nos faria pensar num check-up aos sistemas, caso não tivéssemos a exacta noção, episódio a episódio, do trabalho que a “La Pulga” argentina vai acumulando no currículo.

Apenas dois jogadores (Neymar e Reus) acompanham Messi na obtenção do “rating perfeito” nesta edição, sendo que Messi apenas por uma décima falhou até agora o feito de bisar. Um registo fantástico a somar a outros. O “blaugrana” reparte a liderança dos melhores marcadores com Lewandowski (ambos com seis golos, mas o polaco com 435 minutos jogados), dos quais cinco surgiram de bola corrida. O único que não o foi? A conversão de um dos dois livres directos que assumiu, nada de penáltis a baralhar as contas.

Ao contrário do que possa pensar, não é à custa do drible que Messi atinge o elevado patamar que vai mantendo. O argentino tentou apenas dez dribles nas três partidas que realizou, completando quatro, números a “quilómetros” de distância do registo astronómico do líder nesse capítulo, Neymar, com 31 dribles completados em 61 tentativas. Messi brinca menos na areia, mas define e decide como nunca, não admirando assim que leve uma significativa vantagem de cerca de dois pontos sobre precisamente Neymar, na hora de identificar o o melhor GoalPoint Rating da Liga dos Campeões 18/19 até ao momento.