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A Dinamarca arrancou três preciosos pontos no embate do Grupo C frente ao Peru. Os nórdicos marcaram um só golo, no segundo tempo, o suficiente para vencerem uma formação sul-americana que dominou, atacou e rematou mais, por vezes de forma sufocante, mas que foi extremamente ineficaz na hora de finalizar – até desperdiçou uma grande penalidade. Yussuf Poulsen fez o tento solitário, numa tarde na Mordovia Arena em que o melhor em campo foi um velho conhecido dos portugueses.

O Peru entrou melhor no jogo, com mais bola nos primeiros minutos e muita intensidade atacante, ao ponto de ter chegado aos seis remates (dois enquadrados) em 15 minutos, para nenhum de uma selecção da Dinamarca que pareceu algo desorientada na defesa. Aos poucos os nórdicos foram assumindo mais o jogo, mas o primeiro disparo que realizaram, por cima, surgiu apenas aos 27 minutos, por Thomas Delaney. Nesta altura, cinco dos sete remates da partida haviam sido realizados de fora das áreas, perante a falta de espaço.

O jogo tornou-se de parada e resposta, faltando uma melhor definição no passe e no remate de ambos os lados no último terço. Até que no primeiro minuto dos descontos do primeiro tempo, Christian Cueva teve nos pés a oportunidade de colocar o Peru na frente, de grande penalidade, a castigar falta de Yussuf Poulsen sobre o próprio Cueva. Porém, o sul-americano bateu muito mal o castigo, por cima da barra, chegando o encontro ao descanso com um nulo. O melhor até ao momento era André Carrillo, com um rating de 6.3.

A Dinamarca surgiu transfigurada no segundo tempo, muito mais tranquila a defender e veloz a construir jogo ofensivo. Aos 59 chegou mesmo ao golo, numa transição rápida conduzida por Christian Eriksen que isolou Yussuf Poulsen na esquerda. Este, à saída de Pedro Gallese, atirou a contar, no terceiro remate dinamarquês no segundo tempo, oitavo no jogo, num total de dois enquadrados.

A assistência de Eriksen atirou-o, nesta fase, para o topo dos nossos ratings, graças a um 6.2. O médio do Tottenham, grande figura dinamarquesa, começava a abrir o livro e disputava com Carrillo o título de melhor em campo… com Kasper Schmeichel à espreita. Perto do fim, a pressão do Peru intensificava-se e, não fosse o guardião dinamarquês, com seis intervenções, e os peruanos haviam já marcado.

A Dinamarca acabou por assegurar uma preciosa vitória, fruto do maior pragmatismo e eficácia, a aproveitar a mais flagrante ocasião de que dispôs. O Peru foi melhor, registou 64% de posse de bola no segundo tempo, um total de 17 remates, seis deles enquadrados (10-3 dos dinamarqueses), mas nunca teve arte para bater um extraordinário Schmeichel. André Carrillo foi o melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 7.2, ele que realizou quatro passes para finalização, seis cruzamentos (um eficaz) e teve sucesso em três de cinco tentativas de drible.

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