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O FC Porto mantém a perseguição ao líder, o Benfica, ao vencer o Aves por 4-0. Obrigada a vencer depois do triunfo do rival lisboeta, a equipa “azul-e-branca” entrou a dominar e, à excepção de um curto período após o intervalo, foi sempre superior. A partida ficou marcada pelo regresso de Aboubakar após uma grave lesão e pela titularidade de Vaná, que rendeu Iker Casillas na baliza.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Início de partida a meio-gás mas de domínio completo do FC Porto. A equipa da casa fez os únicos remates registados durante o primeiro quarto-de-hora, três, um dos quais em direção da baliza. Mas ainda mais significativo era o facto de os “dragões” terem 75% de posse e 84% de eficácia na distribuição. “Apertava-se o cerco” à baliza defendida por Beunardeau.
  • A pressão da equipa da casa não tardou a dar em golo. Aos 18 minutos, Jesús Corona cabeceou para fora do alcance do guarda-redes avense após cruzamento teleguiado de Alex Telles, que somava a sua oitava assistência no campeonato, igualando precisamente o avançado mexicano.

  • Ainda antes da meia-hora de jogo, o Porto aumentou a sua vantagem, numa grande penalidade convertida por Soares após Jorge Fellipe ter tocado na bola com o braço. Os “dragões” não largavam o acelerador, chegando aos últimos 15 minutos do primeiro tempo com números de impor respeito: seis remates, metade dos quais à baliza, três pontapés de canto, 87% de passes eficazes e 73% de posse de bola.
  • Para além do remate enquadrado que fizera no início da partida, Éder Militão dava nas vistas na rectaguarda. A cinco minutos do intervalo, o central brasileiro liderava a sua equipa em toques na bola (45) e duelos disputados (nove, seis dos quais ganhos), e já somava seis acções defensivas a cinco recuperações de posse.

  • Intervalo Vantagem justíssima após uma primeira parte de sentido único e na qual Vaná, o substituto de Iker Casillas na baliza portista, não foi incomodado uma única vez e tocou na bola em apenas cinco ocasiões. A equipa avense limitava-se a ver o adversário a jogar, demonstrando enormes dificuldades para se libertar da pressão exercida pelos da casa. No regresso aos balneários, Corona liderava os GoalPoint Ratings, nota 6.7, fruto de um golo em três remates (dois deles enquadrados), dois passes para finalização e 38 acções com bola.

  • A segunda parte trouxe um Aves mais afoito. Nos primeiros 15 minutos após o reatamento, só a equipa visitante tentou o remate, contabilizando três disparos, num deles obrigando Vaná a aplicar-se. Apesar de ainda dominados pelo FC Porto, os índices de posse (33%) e de eficácia de passe (73%) eram agora mais “simpáticos” para os homens de Augusto Inácio.
  • O FC Porto acabou por conseguir “sacudir” a pressão avense e sentenciou a partida com dois golos no espaço de cinco minutos. Primeiro foi Wilson Manafá, que aproveitou uma bola perdida na área para desferir um poderoso remate, fazendo o seu primeiro golo pelos “dragões”, ao sexto remate enquadrado da equipa neste jogo. Pouco depois, Soares fez o 4-0 numa jogada confusa e que contou com uma assistência acrobática de Brahimi, com o brasileiro a elevar a sua contagem pessoal no campeonato para 15 golos.

  • Noite para esquecer de Marega. Aos 75 minutos, o maliano era o jogador de campo portista entre os titulares com menos passes (11, dos quais cinco eficazes) e toques na bola (22). Para além disso, tinha apenas um remate à baliza, quatro duelos ganhos em sete disputados e nove perdas de posse. Marega acabou rendido por Aboubakar aos 80 minutos, com o camaronês a regressar aos relvados oito meses depois de sofrer uma grande lesão.
  • Depois daquele período inicial da segunda parte em que esteve por cima, o Aves perdeu algum fulgor, efectuando apenas um remate nos últimos 30 minutos do desafio. A equipa visitante fechou as contas com quatro passes para finalização, tantos quanto os que o portista Brahimi fez, e oito toques na bola na área contrária, seis dos quais na etapa complementar.

O Homem do Jogo 👑

Numa noite marcada pelos golos, acabou por ser um jogador sem influência directa no resultado a brilhar mais alto. Éder Militão rubricou nova exibição de fazer encher o olho, daquelas que os adeptos certamente sentirão falta quando o brasileiro se mudar para Madrid. Para além de ter somando 96 acções com bola e 63 passes certos, seis deles longos, Militão foi um verdadeiro “rochedo” na defesa portista, vencendo os oito duelos aéreos defensivos que disputou e contabilizando oito recuperações de bola e 17 acções defensivas. Tudo somado, o defesa brasileiro fechou a noite com nota 7.5 nos GoalPoint Ratings.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Soares 7.1 – O avançado brasileiro deu nas vistas com dois golos, nos dois únicos remates que fez, ao que juntou ainda dois passes para finalização e apenas quatro passes errados em 31 tentativas. Pela negativa, nenhumas das suas três tentativas de drible foi eficaz.
  • Felipe 6.6 – Errou apenas nove passes em 87 tentativas, sendo feliz em nove das suas 11 bolas longas. Venceu os quatro duelos aéreos defensivos que disputou e foi o autor de dez acções defensivas.
  • Corona 6.4 – O mexicano fez quatro remates, dois deles à baliza, marcando um golo. Para além disso, criou duas situações de perigo e teve 76 acções com bola. Mas nem tudo foi positivo: controlou mal a bola sete vezes, mais quatro do que qualquer outro jogador, e cometeu três faltas.
  • Vaná 5.1 – O brasileiro ocupou a vaga de Iker Casillas e não se deu mal, fazendo uma defesa e acertando os oito passes que efectuou.
  • Derley 3.7 – O brasileiro, ex-Benfica, teve a noite mais baixa da noite. Fez o único remate à baliza da sua equipa, é certo, mas venceu apenas sete dos 26 duelos que disputou, sofreu dez desarmes e perdeu a posse em 20 ocasiões.