Porto 🆚 Benfica | Antevisão e dicas de betting

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TotoRating BannerAquele que é, para muitos, o jogo do título está à porta. Após um início de ano marcado pelos Sporting-Porto, Sporting-Benfica, Porto-Braga e Braga-Sporting, chegamos a 8 de Fevereiro com o “clássico” que pode relançar ou arrumar a Liga 19/20.

Para já são sete os pontos que separam o anfitrião Porto do líder Benfica, numa partida que se pode considerar como “de tripla”. A História dá favoritismo aos “dragões” que, em casa e contra as “águias”, venceram 50 de 85 embates, com 14 triunfos apenas para os lisboetas. Nas últimas cinco temporadas o cenário alterou-se um pouco, com dois sucessos “encarnados” contra um “azul-e-branco”, mas esta não é uma amostra consistente para aquilatar daqui alguma conclusão.

Olhemos então as tendências estatísticas que resultam do desempenho recente dos dois rivais dos últimos cinco jogos a contar para a Liga, mesmo tendo a noção de que muitas vezes este tipo de duelos torna as tendências ainda mais relativas do que o habitual.

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O Benfica apresenta-se com alguma superioridade nos principais números, nomeadamente no total de remates, na percentagem de duelos aéreos ganhos e até nos cantos. Curioso notar aqui os disparos enquadrados, com as “águias” a inverterem nos últimos tempos uma tendência que vem desde o início da época. O Porto é a formação que mais remates faz com boa direcção (6,0), bem à frente do Benfica (5,1), mas os números invertem-se nos últimos jogos. Será esta estatística fundamental na decisão do vencedor?

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O Porto é uma equipa de luta, de intensidade e que tem na capacidade física dos seus jogadores uma fonte de equilíbrio defensivo e desequilíbrio ofensivo. Essa característica ajuda a explicar a vantagem portista na posse de bola, sendo que, numa análise mais observacional, a ausência de um criativo puro – a lesão de Nakajima não ajudou – pode justificar uma menor “fantasia” na criação de situações de finalização. Mas isso são outras contas.

Olhando para os golos marcados e esperados – os cada vez mais discutidos expected goals (xG) –, o Porto surge por cima neste confronto directo dos últimos cinco embates na Liga. O “dragão” fez mais golos (13), uma média de 2,6 por partida, demonstrativo de uma qualidade que a equipa de Sérgio Conceição tem mostrado: aproveitamento na finalização. Na defesa, os “dragões até sofreram mais golos (1,2) do que os esperados (0,7), não sendo aqui coincidência a ausência já longa de Pepe, fonte de consistência defensiva que tem estado menos presente.

Do lado “encarnado”, os 2,3 xG estão mais ou menos em linha com os 2,1 golos marcados, mas importa olhar para os xG dos adversários. A verdade é que os “encarnados” sofreram menos golos que o esperado (1,0-0,6) e para tal muito terá contribuído a grande forma de Odysseas Vlachodimos. O grego está a brilhar ao nível dos melhores das principais Ligas europeias, com 84% de remates enquadrados defendidos, e tem sido um verdadeiro “abono de família” da equipa de Bruno Lage.

Municiadores de ataque

Muito se tem falado da falta de ideias do Porto na altura de construir lances de ataque, mas se olharmos para os dois melhores GoalPoint Ratings dos “dragões”, vemos que soluções não faltam. Otávio Monteiro e Alex Telles são garante de assistências, lances de perigo e até golos. E só o regresso do médio na visita ao Vitória de Setúbal deu logo para sublinhar a diferença.

Nesse jogo, Otávio foi o melhor em campo e mostrou o porquê da sua preponderância no plantel “azul-e-branco”. Esta temporada soma apenas um golo, mas já tem quatro assistências e o seu contributo para o futebol portista vai bem mais longe. Quase dois passes para finalização por cada 90 minutos, 4,1 tentativas de drible com 66% de eficácia e 2,6 faltas sofridas por partida são alguns dos números suficientes para deixarem o Benfica em sobreaviso.

Alex Telles não precisa de grandes apresentações. O “rei” das assistências do “dragão” continua em grande e já leva seis golos marcados (ele que é o marcador de penáltis da equipa), para além de cinco passes para golo. Os seus 2,4 passes para finalização explicam a sua tendência para servir os colegas de equipa com qualidade e será sem surpresa se o brasileiro for peça desequilibradora no “clássico”.

Pizzi do costume e um renascido

Se a presença de Pizzi entre as principais figuras do Benfica ao longo das últimas épocas é algo habitual, já o facto de Adel Taarabt surgir nesta fase da época como uma das grandes figuras dos campeões nacionais não deixa de espantar. E a utilização do marroquino no Dragão é mesmo um dos pontos de interesse pré-jogo.

Pizzi é o melhor marcador do campeonato, com 12 golos (a par do seu colega de equipa Carlos Vinícius), e a sua influência nota-se em diversos momentos de jogo. Para além dos que marca, o brigantino destaca-se também pelos tentos que dá a marcar, contando já com oito assistências. O médio chega a este jogo com 2,6 remates, 2,7 passes para finalização e 3,6 dribles tentados a cada 90 minutos e é fundamental na organização de todo o futebol benfiquista.

Quanto a Taarabt, a pergunta é: será opção no Dragão? É sabido que o marroquino é um jogador de pendor ofensivo, mas esta época tem-se destacado também nos momentos defensivos, com 7,8 recuperações por 90 minutos e 2,8 desarmes, batido apenas marginalmente por Gabriel entre os médios do Benfica nestes detalhes (8,0 e 3,1). Jogará Taarabt e Gabriel? Ou Gabriel e Weigl? Ou os três, com Taarabt mais adiantado no terreno para pressionar em zonas adiantadas? Tem a palavra Bruno Lage.

Factos e curiosidades

  • O FC Porto marcou em todos os jogos que fez em casa (e fora também) esta temporada, enquanto o Benfica fez golos em todos os encontros fora.

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  • O FC Porto é a equipa da Liga que mais tentativas de drible faz por 90 minutos (23,4) e é também a que mais dribles completa com eficácia (12,7). Em contraponto, o Benfica é a formação que mais dribles completos permite aos seus adversários, nada menos que 11,0.
  • O FC Porto marcou o golo inaugural em 74% dos seus jogos, enquanto o Benfica conseguiu o mesmo feito em 79% das suas partidas.

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  • O Benfica venceu todos os jogos fora de casa esta temporada, tendo marcado 20 golos e sofrido apenas três, e leva 16 vitórias consecutivas na prova, sendo o melhor ataque e a melhor defesa do campeonato (47-8).
  • O Benfica é a equipa com melhor taxa de conversão de remates em golo (15,1%), enquanto o Porto é a terceiro nesta variável (13,9%), e as “águias” são também a formação que mais ocasiões flagrantes criam, nada menos que 2,4, e o Porto é a segunda, a uma distância importante (1,9).
  • O Porto tem uma média de 2,3 golos marcados por jogo em casa, o Benfica regista 2,2 tentos fora de casa. Quanto ao “dragão”, 58% dos seus embates tiveram mais de 2,5 golos, o mesmo acontecendo em 53% das partidas envolvendo o Benfica.

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  • Em casa, o Porto marcou 52% dos seus golos e sofreu 67% (2) nas primeiras partes. O Benfica fez 75% dos seus tentos fora de casa nas etapas complementares e sofreu 67% na primeira.
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