[vc_tta_tabs][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-line-chart” add_icon=”true” title=”Ratings” tab_id=”1465571624475-01e55dfc-58e2″]
GoalPoint-Porto-Benfica-LIGA-NOS-201819-Ratings
Clique para ampliar
[/vc_tta_section][vc_tta_section i_position=”right” i_icon_fontawesome=”fa fa-trophy” add_icon=”true” title=”MVP” tab_id=”1465571693503-4a0f9bf6-e654″]
GoalPoint-Porto-Benfica-LIGA-NOS-201819-MVP
Clique para ampliar
[/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-futbol-o” add_icon=”true” title=”Stats” tab_id=”1465571672809-6f7d6717-7b04″]
GoalPoint-Porto-Benfica-LIGA-NOS-201819-90m
Clique para ampliar
[/vc_tta_section][/vc_tta_tabs]

O Benfica foi ao Estádio do Dragão vencer o FC Porto por 2-1, em jogo da 24ª jornada da Liga NOS que permitiu ao emblema lisboeta assumir a liderança da tabela, com dois pontos de vantagem. Numa partida totalmente equilibrada na primeira parte, mas que teve mais Porto na segunda, os anfitriões marcaram primeiro, mas a reacção benfiquista foi rápida e eficaz. Adrián López marcou primeiro, com João Félix e Rafa Silva a facturarem para as “águias”, num excelente jogo e com várias boas prestações individuais – como mostra o facto de 12 jogadores terem registado GoalPoint Ratings iguais ou superiores a 6.0.

🔗 Confira outras estatísticas que ficaram do acompanhamento GoalPoint Live! 🔴

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Entrada de rompante do FC Porto, com Alex Telles a obrigar Odysseas Vlachodimos a defesa apertada logo aos 18 segundos. Aliás, os “dragões” foram a equipa mais perigosa no primeiro quarto-de-hora, em especial devido à energia de Moussa Marega, com três remates, um enquadrado, contra somente um disparo benfiquista. Apesar disso, os “encarnados” registavam, nesta fase, mais bola, com 54% de posse.

  • Até que, aos 18 minutos, o Porto chegou à vantagem. Adrián López acertou na barreira na sequência de um livre directo, a bola regressou ao espanhol e este, na recarga, colocou a bola junto ao poste esquerdo da baliza do Benfica. Um tento ao quinto remate portista, segundo com boa direcção.

  • O Benfica reagiu de pronto e Pizzi esteve quase a empatar, com um remate na esquerda da grande área travado por Iker Casillas, com uma grande defesa. Este foi o primeiro remate enquadrado das “águias”, que não se deixaram afectar e chegou ao empate aos 26 minutos.
  • Num lance de insistência, Haris Serefovic ganhou a bola na esquerda, cruzou para João Félix no coração da área e o jovem avançado, sem marcação, atirou a contar. Ao quarto remate, segundo enquadrado, a formação lisboeta marcou.

  • A meia-hora chegou com o Benfica a dominar com 57% de posse de bola e apenas menos um remate que os portistas (4-5), sendo que ambas as formações registavam um golo em dois disparos enquadrados. As “águias” estavam melhor no passe, com 77% de eficácia, contra os 69% dos “dragões”, e somavam três remates de dentro da área portista, demonstrativo de alguma facilidade em romper a defesa da casa.

  • Também o Porto reagiu ao golo sofrido e reequilibrou a questão da posse de bola nos instantes finais da primeira parte, contudo, foi Seferovic a estar perto de marcar, mas o seu remate forte foi travado por Casillas.
  • Intervalo Tudo empatado no Dragão chegado o descanso. O Porto marcou primeiro, o Benfica respondeu a seguir, num jogo equilibrado e com duas equipas personalizadas à procura, cada uma à sua maneira, de marcar golo. Os números a meio da partida mostravam apenas diferenças residuais entre as duas formações, pelo que o equilíbrio era a nota dominante. O Benfica mostrava-se, ainda assim, melhor no passe vertical e na facilidade com que entrava na área “azul-e-branca”. O melhor nesta fase era Adrián López, com um GoalPoint Rating de 6.1, com um golo em dois remates e sucesso nas duas tentativas de drible. A melhor “águia” era Rafa, com 6.0, em especial pelos quatro dribles eficazes em cinco tentativas e três desarmes.

  • O Porto parecia entrar melhor na segunda parte, mas rapidamente o Benfica controlou as operações e chegou ao 2-1. Aos 52 minutos, Pizzi serviu Rafa em zona frontal à grande área e este rematou forte e colocado para o fundo da baliza de Casillas. O “dragão” dominava, com 64% de posse desde o intervalo, mas a “águia” facturava ao primeiro remate.
  • Em desvantagem, o Porto partiu para cima do Benfica, com os forasteiros a aproveitarem para lançar rápidos contra-golpes, com Rafa e a sua velocidade como protagonistas. A hora de jogo chegou com os “azuis-e-brancos” a manterem domínio territorial no segundo tempo (64% de posse) e a melhorarem substancialmente a qualidade do passe, chegando aos 82% de eficácia. Mas os espaços continuavam a escassear.

  • Adivinhava-se um jogo de quase sentido único a partir desta altura, com o Porto em busca do empate e, quiçá, da reviravolta. Por volta dos 70 minutos, os “dragões” tinham 68% da posse de bola no segundo tempo, três remates, dois enquadrados. O Benfica continuava a apostar nas transições, mas estas começaram a escassear, pelo que Casillas passou a ser mero espectador.

  • Até que aos 77 minutos, Gabriel viu por duas vezes o cartão amarelo no mesmo minuto, por falta e por palavras, e foi expulso. O Benfica tinha agora quase 15 minutos de jogo em inferioridade numérica e a sofrer pressão contrária.
  • Aos 84 minutos, na sequência de um canto da direita cobrado por Alex Telles, Felipe saltou mais alto que todos e cabeceou, com a bola ainda a bater na barra da baliza do Benfica. O central brasileiro voltou a obrigar Odysseas a grande defesa em cima dos 90 minutos, com um remate potente de fora da área. Mas o Benfica estava seguro e conseguiu segurar a vantagem que o coloca na liderança da Liga NOS.

O Homem do Jogo 👑

Grande jogo de Rafa Silva no Dragão. O extremo do Benfica já havia marcado ao Porto na meia-final da Taça da Liga, que os portistas venceram, e desta feita, em jogo da Liga, o internacional português foi verdadeiramente decisivo, sendo o melhor em campo com um GoalPoint Rating de 7.4. Rafa fez o golo que deu o triunfo às “águias”, registando no final três remates, um passe para finalização, seis dribles completos em nove e dez acções defensivas, algo pouco habitual num jogador a actuar na sua posição – quatro desarmes e três bloqueios de remate foram os principais momentos defensivo do benfiquista.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Alex Telles 7.2 – O melhor do Porto foi o lateral brasileiro. Telles esteve nos melhores momentos da sua equipa, em especial nos ofensivos. Ao todo registou três remates, somente um enquadrado, todos de fora da área, somou dois passes para finalização, teve sucesso em dois de cinco cruzamentos e ainda fez quatro intercepções.
  • Vlachodimos 6.6 – Grande exibição do grego, em especial na segunda parte, altura em que segurou a vantagem benfiquista. Ao todo, Odysseas registou seis defesas, duas a remates na sua área, teve duas saídas eficazes pelo ar e teve eficácia em dez dos 16 passes longos que efectuou.
  • Ferro 6.5 – O central é jovem, com poucos jogos ao mais alto nível em termos sénior, mas no Dragão não tremeu. Ao todo, Ferro somou 16 acções defensivas, sendo que dez delas foram alívios, e falhou apenas dois de 28 passes.
  • Pepe 6.4 – Um dos melhores do Porto. O experiente central ganhou dois de quatro duelos aéreos defensivos, dois de sete ofensivos e registou seis alívios. Ainda subiu no terreno para realizar um passe para finalização.
  • João Félix 6.0 – Jogo esforçado do jovem benfiquista, que acabou por deixar uma marca forte no jogo pelo golo que marcou. Tirando isso, esteve muito preocupado em ocupar os espaços nas faixas, para fugir às marcações, pelo que pouco mais mostrou, para além de um passe para finalização.
  • Gabriel 4.4 – O rating do brasileiro não tem explicação apenas na expulsão evitável que protagonizou, ainda aos 77 minutos. O brasileiro acertou apenas 63% dos seus passes, perdeu 16 vezes a posse (recuperou apenas uma), foi o mais driblado no clássico (4) e o que mais maus controlos de bola somou (4). Não sabemos explicar quais os critérios que estiveram na base da sua eleição televisiva (talvez os sete desarmes, registo esse sim positivo), mas conseguimos assim explicar-lhe porque foi o menos produtivo neste jogo, numa abordagem estatística.