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O FC Porto respondeu bem ao triunfo do Benfica e assumiu, de forma provisória, a liderança do campeonato, ao bater o Sporting de Braga por 3-1, no Estádio do Dragão. Numa partida largamente controlada pelos “azuis-e-brancos”, em especial na primeira parte, os golos da equipa da casa acabaram por surgir com grande naturalidade e com um denominador comum, Alex Telles, que se tornou o primeiro jogador a chegar às três assistências numa só partida esta temporada. E o único com três assistências em dois jogos, desde que existem dados OPTA sobre a Liga NOS.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Início de partida a todo o gás, com ocasiões para ambos os lados, mas com o golo a pertencer aos “dragões”, que chegaram à vantagem num cabeceamento de Sérgio Oliveira, que aproveitou um cruzamento certeiro de Alex Telles. O 1-0 surgiu numa altura em que os portistas dominavam a posse (64%-36%) e demonstravam clara superioridade na troca de bola (eficácia de passe de 74% contra 58% do adversário).

  • Alex Telles estava em modo “endiabrado”. O lateral-esquerdo portista chegou aos 25 minutos da partida com três passes para finalização, tantoa quanto os outros jogadores juntos, e três cruzamentos eficazes em cinco tentativas. Telles era também líder em número de interacções com a bola (31) e em perdas de posse (11).
  • O Braga chegou ao golo da igualdade no primeiro remate enquadrado que fez, em cima da meia-hora de jogo. Raúl Silva fugiu da marcação de Reyes e colocou a bola no fundo da baliza com um toque de pé esquerdo de enorme classe. Na origem do golo esteve um canto batido por Jefferson, que já era líder da sua equipa em passes para golo (dois).

  • Ainda antes do intervalo, o FC Porto repôs a vantagem, novamente graças a uma assistência de Alex Telles. Desta vez, o brasileiro bateu um canto para o meio da grande área, onde surgiu Diego Reyes a cabecear para o fundo das redes, curiosamente no primeiro duelo aéreo disputado até então.
  • Intervalo Vantagem adequada ao futebol que se praticou na primeira parte, na qual o FC Porto foi claramente superior em diversos parâmetros, com o golo do Braga a surgir no único remate enquadrado que os minhotos realizaram nos primeiros 45 minutos. O único capítulo em que os “dragões” ficavam atrás era no número de faltas, tendo chegado ao intervalo com quase o dobro das infracções do adversário. Reyes terminou o primeiro tempo com a nota mais alta nos  GoalPoint Ratings6.9, apenas umas centésimas acima de Alex Telles. O mexicano levava um golo, sete acções defensivas e dois duelos ganhos em outros tantos disputados. Na equipa bracarense, o líder era Raúl Silva 5.9, com um golo, três acções defensivas e quatro duelos ganhos em nove.

  • Bom início de segunda parte do Braga, que completou os primeiros 15 minutos com mais posse de bola (54%-46%) e eficácia no passe (83%-80%) do que o adversário, que, ainda assim, tinha o único remate enquadrado deste período. Tal acabaria por mudar ao minuto 61, quando Paulinho obrigou José Sá a fazer a sua primeira defesa da noite, negando o que parecia ser um golo certo.

  • Exibição muito apagada de Marega, que chegou aos 70 minutos com quatro remates, todos desenquadrados, um fora-de-jogo, quatro duelos ganhos em 11 disputados e cinco faltas cometidas.
  • Não havia Marega, mas havia Aboubakar. O internacional camaronês fez o 3-1 aos 73 minutos, de cabeça, de novo com Alex Telles a providenciar a assistência – a sua terceira da partida, em seis passes para finalização – tantos quanto os que a equipa do Braga levava até então.

  • Parte da estratégia do FC Porto para esta partida passava por limitar os movimentos de Danilo – algo que os homens de Sérgio Conceição fizeram muitas vezes através da falta. O médio bracarense somou dez faltas sofridas em 85 minutos – nenhum outro jogador em campo sequer chegava às cinco. Ainda antes de ser substituído, Danilo obrigou José Sá a uma grande defesa, a sua terceira da noite, igualando Matheus.

O Homem do Jogo 👑

Exibição de alto nível de Sérgio Oliveira, o homem “dos jogos grandes” do treinador Sérgio Conceição. Para além do golo apontado, que abriu caminho à vitória da sua equipa, o camisola 27 portista contabilizou dois passes para finalização, quatro dribles eficazes em outras tantas tentativas e 73 interacções com a bola. Esteve também em alto nível nos duelos, vencendo 14 das 23 disputas em que esteve envolvido, e foi líder em número de desarmes, sete. Tudo somado, Sérgio Oliveira conseguiu a nota mais alta da noite nos  GoalPoint Ratings, um honroso 7.9.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Alex Telles 7.7 – Extraordinária exibição, coroada com um “hat-trick” de assistências. Colocou 15 vezes a bola na área contrária e somou nove acções defensivas, entre as quais quatro desarmes e três intercepções. Rematou uma vez, de forma desenquadrada.
  • Reyes 7.4 – Venceu os cinco duelos que disputou, quatro deles pelo ar. Marcou um golo e foi líder em número de acções defensivas, com 14 ao todo.
  • Raúl Silva 6.4 – Marcou o golo que repôs a igualdade, foi feliz nos dois dribles que executou, venceu 11 dos 19 duelos que disputou e completou cinco desarmes, falhando outros quatro.
  • Marega 5.2 – Não conseguiu enquadrar nenhum dos seus quatro remates, acabando por desperdiçar uma ocasião flagrante. Para além disso, os dois dribles que tentou saíram-lhe mal, fez cinco faltas e não conseguiu dominar a bola em quatro ocasiões.
  • Diogo Figueiras 4.9 – Não teve a estreia que desejava. Criou uma ocasião flagrante de golo, é certo, mas falhou cinco desarmes e perdeu a posse 16 vezes. Dos três dribles que tentou executar, apenas um saiu-lhe bem.

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