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O FC Porto celebrou a conquista do título de campeão nacional com mais uma vitória, desta feita por 2-1, sobre o Feirense, num Estádio do Dragão lotado e em festa. A formação da casa dominou por completo os acontecimentos, rematou mais, mas pecou na eficácia de remate, o que explica a vantagem mínima. Mas no final o que interessava aos adeptos era mesmo os três pontos, para embelezar a grande comemoração do “dragão”.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Num ambiente exuberante no Estádio do Dragão, o FC Porto começou naturalmente à procura do golo, para iniciar a festa do título. Nos primeiros dez minutos, os homens da casa registavam impressionantes 79% de posse de bola, 88% de eficácia de passe e o único remate do encontro, embora sem a melhor direcção.
  • O cariz do jogo não mudou nos minutos seguintes, com os “dragões” firmes no ataque, mas sem conseguirem enquadrar nenhum dos seus três remates. O Feirense fechava-se muito e, por esta altura, o seu contra-ataque apenas lhe garantira um remate, para fora.

  • Perante um adversário tão fechado, Yacine Brahimi começava, aos poucos, a assumir protagonismo. Por volta da meia-hora somava um passe para finalização, três dribles eficazes em quatro tentativas e 33 acções com bola, o máximo do jogo, a par de Herrera.

  • A insistência portista viria a dar resultado aos 37 minutos, ao oitavo remate, e no primeiro enquadrado. Um corte da defesa “fogaceira” sobrou para Sérgio Oliveira, este dominou com o peito e rematou de pronto para o 1-0. Era o corolário lógico de um domínio intenso
  • Intervalo Vantagem magra ao descanso para um FC Porto totalmente dominador, mas ineficaz no capítulo do remate. Aos 73% de posse de bola, os novos campeões nacionais acrescentaram oito remates, mas apenas um com a direcção da baliza. Mas foi o suficiente para dar golo. O Feirense tentou o contra-ataque e chegou aos quatro remates, mas todos sem a melhor pontaria. Sérgio Oliveira, com um GoalPoint Rating de 6.4, era o melhor em campo, fruto do golo que marcou em três remates. Nesta fase era o elemento mais em jogo, com 46 acções com bola, e registava 87% de eficácia de passe.

  • Mais do mesmo no segundo tempo, com o Porto a reentrar na partida sem dar veleidades ao Feirense e a marcar aos 59 minutos. Bom lance colectivo, com Brahimi, na grande área, a fazer a bola passar por cima de um adversário, antes de rematar paras o 2-0. Um grande golo do argelino.
  • Nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, os “dragões” registaram 68% de posse e fizeram três remates, dois deles enquadrados, para apenas uma tentativa (para fora) dos visitantes.

  • Tudo tranquilo no “reino do Dragão”, com os homens da casa a jogarem o seu futebol, sem serem verdadeiramente importunados pelo Feirense. Destaque também, neste jogo, para Ricardo Pereira que, aos 75 minutos, registava um rating de 7.0, fruto de uma ocasião flagrante criada em dois passes para finalização, um drible eficaz na área contrária e sete desarmes.

  • Perto do fim, por volta dos 85 minutos, o jogo perdera intensidade, com o Porto a manter 64% de posse no segundo tempo e a registar um total de 14 remates, quatro enquadrados. O Feirense ficava-se por metade e não obrigara Iker Casillas a qualquer defesa.
  • Nem quando, já nos descontos, no único remate enquadrado do Feirense, o recém-entrado José Valencia disparou para o 2-1 final.

O Homem do Jogo 👑

No jogo da consagração portista, um dos jogadores mais importantes dos “dragões” esta temporada foi o melhor em campo. Yacine Brahimi realizou uma excelente exibição, não só a desequilibrar, como é seu hábito, mas também a marcar, pois foi o autor do segundo golo dos portistas. O argelino terminou a partida com dois passes para finalização, sete dribles eficazes em 11 tentativas (dois deles na área contrária), ganhou dez duelos individuais em 17 e pecou apenas nas perdas de bola, registando 25. Ainda assim, terminou com um GoalPoint Rating de 7.5.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Ricardo Pereira 7.2 – Mais uma grande exibição do lateral-direito. Ricardo esteve muito activo em todo o corredor, registando impressionantes nove desarmes, de longe o máximo do jogo. Na frente criou uma ocasião flagrante em dois passes para finalização, teve sucesso numa tentativa de drible (na área contrária, diga-se) e ganhou 12 de 18 duelos.
  • Diego Reyes 6.6 – Belo jogo de Reyes no centro da defesa, até sair aos 67 minutos. O mexicano terminou com 96% de eficácia de passe, ganhou os três duelos aéreos que disputou e registou sete alívios.
  • Caio Secco 6.4 – O melhor do Feirense foi o seu guarda-redes. O brasileiro registou três defesas, duas delas a remates dentro da sua grande área. Não foi por ele que a sua equipa perdeu no Dragão.
  • Hernâni 6.3 – Entrou na segunda parte e mexeu com o jogo. Rematou duas vezes, fez um passe para finalização e deu muito trabalho à defensiva contrária, com três dribles eficazes em quatro tentativas, uma delas na área contrária.
  • Alex Telles 6.0 – Desta feita o lateral brasileiro não brilhou como noutras ocasiões, mas voltou a realizar uma exibição competente, com uma ocasião flagrante criada em dois passes para finalização, sete cruzamentos (somente dois eficazes) e nove vezes a bola colocada na área contrária.

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