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O FC Porto complicou, e de que maneira, a sua vida na Liga dos Campeões, ao perder em casa na recepção à Juventus por 2-0. Os portistas até começaram bem, mas a Juve começou a tomar conta do jogo, algo que se acentuou aos 27 minutos, com a expulsão de Alex Telles, por acumulação (imprudente) de faltas para amarelo. Os “dragões” ainda aguentaram bem na defesa, mas dois golos de rajada colocam em xeque a passagem aos quartos-de-final.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Entrada forte e aguerrida do Porto, a tentar imprimir um ritmo intenso, perante uma Juventus a trocar a bola e a pausar o jogo. Daí a maior posse por parte dos italianos, que aos dez minutos somavam 61%. Porém os únicos remates do jogo, dois, eram do Porto, embora desenquadrados.
  • Aos poucos a Juve foi juntando o controlo do jogo ao domínio, com alguns calafrios para os “dragões” e 71% de posse para a “velha senhora”. Aos 25 minutos já somava três remates, todos para fora, e a aumentar a pressão sobre o último reduto luso. Por esta altura, Marcano era o melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 5.8, muito por culpa de um desarme ao último homem realizado na grande área, que evitou o golo.

  • Até que Alex Telles, aos 27 minutos, viu segundo cartão amarelo e foi expulso. O brasileiro estava a fazer um jogo mau, com sete passes falhados em 12, todos os três duelos perdidos, 17 toques na bola e oito perdas da mesma. Pior ficou, o seu jogo e o Porto, com esta “traição”, involuntária mas imprudente.

  • Assim, já perto do intervalo, a situação do Porto estava bem mais complicada, com 76% de posse para os italianos, sete remates (apenas um enquadrado), dois cantos para nenhum do Porto e 89% de passes certos – os portistas não passavam dos 71%. Muitas dificuldades para os da casa.
  • Intervalo De regresso ao Dragão, onde jogou quatro temporadas, Alex Sandro terminou a primeira parte como o melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 6.4. Esteve muito activo a defender e a atacar no lado esquerdo, com investidas complicadas para Maxi Pereira segurar. O brasileiro fez um remate, dois passes para ocasião e realizou três desarmes. Colectivamente só deu Juventus. Os campeões italianos chegaram ao descanso com oito remates contra dois, mas apenas um enquadrado, e com 78% de posse de bola – muito por culpa da expulsão de Telles.

  • O desequilíbrio no segundo tempo acentuou-se, ao ponto de a Juve chegar aos 80% de posse por volta da hora de jogo, com 13 remates, mas apenas dois com a direcção certa. Por falta de inspiração ofensiva, mas também por algo que o Porto provou definitivamente e sem margem para dúvida: a equipa de Nuno Espírito santo é extremamente competente a defender.

  • Mas o que parecia inevitável acabou por acontecer. Aos 72 minutos, a bola sobrou para Marko Pjaca, que havia entrado cinco minutos antes, e este rematou em zona frontal para o 1-0. E aos 74, Dani Alves, entrado no minuto anterior, fez o 2-0, a cruzamento de Alex Sandro.
  • O jogo estava praticamente definido. A dez minutos do fim a Juventus já registava 18 remates, sendo dez deles na segunda parte, quatro enquadrados no total. Isto para além de 28 cruzamentos para somente quatro dos portistas e sete cantos para… zero dos “dragões” (o primeiro surgiu aos 84 minutos). Números muito desequilibrados que atestam a superioridade visitante.

O Homem do Jogo 👑

Que grande jogo de Pjanic. O bósnio foi o melhor em campo no Dragão, com um GoalPoint Rating de 7.7, fruto da sua capacidade de retenção da bola, mas também pelas características do encontro, pois o Porto, reduzido a dez, pouca bola teve. Fez três remates, três passes para ocasião, fez 113 passes, dos quais acertou 102, tocou 128 vezes na bola e colocou-a 11 vezes na área portista. Foi o cérebro da movimentação “bianconera”.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Alex Sandro 7.4 – Regressou ao “dragão” e certamente despertou saudades aos adeptos portistas. Foi o segundo melhor da noite, graças a uma assistência, quatro passes para ocasião e 11 cruzamentos, quatro deles eficazes. Tocou na bola 111 vezes e recuperou-a dez.
  • Marcano 5.5 – Foi o melhor do FC Porto. O espanhol teve 15 acções defensivas, sendo 11 delas alívios. Foi seguro, pragmático e sempre concentrado, sendo de realçar um corte providencial na grande área na primeira parte.
  • Dybala 5.8 – Não esteve deslumbrante, devido à boa organização defensiva do Porto, mas fez cinco remates (um enquadrado), dois passes para ocasião e acertou 89% dos passes que realizou. Faltou-se inspiração na hora de atirar à baliza.
  • Brahimi 4.5 – Pode estranhar a nota de Brahimi, que pela avaliação estatística foi um dos piores em campo. Notou-se muita entrega, recuperou a bola cinco vezes, ganhou nove de 16 duelos e teve êxito em seis das nove tentativas de drible, mas estas aconteceram em zonas de pouco perigo, sendo inofensivo no último terço do terreno.
  • Casillas 5.0 – Não foi pelo espanhol que o Porto perdeu. É certo que a Juventus rematou 19 vezes, quatro delas enquadradas, mas Casillas fez três defesas e esteve muito concentrado.