Porto 🆚 Nacional | Bailinho à moda do Porto

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O FC Porto subiu ao topo da tabela classificativa, embora à condição, após esmagar o Nacional da Madeira por 7-0, no Dragão. Numa partida de sentido único, em que a diferença entre as duas equipas ficou ainda mais clara depois da expulsão de Tobias Figueiredo, os portistas aplicaram uma goleada das antigas e estabeleceram recordes, com Soares e André Silva a bisarem, embora tenha sido Óliver Torres a comandar as operações.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Começo de partida atrevido do Nacional, que até teve mais posse nos minutos iniciais. Mas o FC Porto acabou por rapidamente conseguir impor o seu ritmo de jogo, chegando ao minuto 15 já com três remates (um deles enquadrado) e 60% de posse de bola.
  • À medida que os minutos passavam, o domínio exercido pelo FC Porto ia-se acentuando cada vez mais, de tal modo que, à entrada da meia-hora de jogo, os “dragões” tinham mais do dobro de passes do que o adversário (205-86), mostrando ainda uma eficácia muito superior na troca de bola (84% contra 65%). O Nacional não tinha feito ainda qualquer remate ou passe para ocasião, limitando-se a defender o nulo.
  • Foi então que terminou a resistência da formação madeirense, graças ao golo de Óliver Torres, a rematar rasteiro para o fundo da baliza a passe de Alex Telles. Terceiro golo da temporada do médio espanhol no campeonato e sétima assistência do lateral-esquerdo brasileiro.

  • Ainda antes de o árbitro apitar para o intervalo houve tempo para mais um golo, por intermédio de Brahimi, que “fuzilou” a baliza defendida por Facchini após um cruzamento da direita a que Soares não conseguiu responder. A bola acabou por sobrar ao segundo poste para o argelino, que marcou o seu quarto golo na Liga.

  • Intervalo Passados 45 minutos, Casillas continuava a ser um mero espectador, uma vez que o Nacional continuava sem fazer remates. Por sua vez, a vantagem do FC Porto até pecava por escassez, uma vez que, dos 11 disparos dos “azuis-e-brancos”, seis tinham sido à baliza. Óliver Torres, o autor do 1-0, liderava os GoalPoint Ratings ao intervalo, com 7.4, fruto de um golo, um passe para ocasião, quatro desarmes e cinco duelos ganhos em outros tantos disputados. Apesar dos dois golos sofridos, Facchini dava nas vistas com nota 5.4 – de longe a melhor do Nacional –, graças às três defesas efectuadas.
  • A segunda parte começou como a primeira havia terminado – com um golo do FC Porto, desta vez de André Silva, que empurrou a bola para o fundo da baliza a passe de André André, numa jogada que começa com uma magistral bola picada de Óliver Torres para as costas da defesa contrária. André André acabaria por estar envolvido no 4-0, minutos depois, ao fazer o remate à queima-roupa que Facchini defendeu, antes de Soares encostar.

  • Curiosamente, o FC Porto chegaria ao final do primeiro quarto-de-hora desta parte com apenas 48% de posse de bola, apesar dos dois golos marcados. O Nacional, que até já havia feito três remates – tantos quanto o FC Porto durante estes 15 minutos iniciais – veria o cenário ficar ainda mais negro aos 62 minutos com a expulsão de Tobias Figueiredo, a deixar a sua equipa ainda mais descompensada. Na resposta, Layún marcou de livre, aproveitando a oportunidade concedida por Nuno Espírito Santo com a indisponibilidade.
  • Nem com as mexidas na equipa o FC Porto perdeu fulgor. Diogo Jota, um dos jogadores portistas que saltaram do banco na segunda parte, esteve na origem do 6-0 ao cruzar para o meio da área, onde surgiu Soares a dominar de peito antes de rematar para o fundo da baliza. A perda de bola de Salvador Agra, a “lançar” o contra-ataque portista, espelhava bem a falta de concentração dos jogadores do Nacional.

  • Até ao apito final ainda houve tempo para mais um golo, o segundo da conta pessoal de André Silva, numa recarga a um remate de Diogo Jota. O FC Porto fecharia esta goleada à antiga, a maior da presente época até ao momento, com números avassaladores: 25 remates, 16 dos quais enquadrados (número recorde na Liga em 2016/17), 526 passes (contra 299 do adversário), 16 cruzamentos e 89% de passes certos.

O Homem do Jogo 👑

Mesmo não tendo sido o máximo goleador da partida, Óliver Torres foi de longe o homem da noite, assegurando entrada directa no top 10 de exibições na presente edição da Liga NOS, com um 9.1 nos GoalPoint Ratings. A juntar ao golo apontado, no único remate que fez, o espanhol criou uma ocasião flagrante, fez três passes para ocasião, acertou 90% dos passes que realizou e colocou a bola sete vezes na área contrária. Óliver Torres teve também um papel crucial a defender, totalizando quatro desarmes e 12 recuperações de bola.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Soares 7.8 – O brasileiro voltou a bisar pelos “dragões”, aumentando para cinco o número de jogos seguidos a marcar. Para além disso, somou dois passes para ocasião.
  • André Silva 7.6 – Regressou aos golos, depois de ter ficado no banco na jornada anterior. Bisou nos dois remates à baliza que fez e conseguiu ainda dois passes para ocasião.
  • Brahimi 6.8 – Mais uma exibição de encher o olho por parte do argelino, com um golo, um passe para ocasião e 16 duelos disputados, dos quais venceu dez. Como dado negativo há o facto de ter perdido a bola 19 vezes, mais do que qualquer outro portista.
  • Facchini 5.2 – Encaixou sete golos mas ainda assim foi o melhor do Nacional, o que diz muito sobre a sua exibição. Fez sete defesas ao todo, impedindo que a goleada ganhasse contornos ainda mais escandalosos.
  • Nuno Campos 3.5 – Foi o pior jogador da noite. Falhou quatro passes no seu próprio meio-campo, falhou três desarmes e perdeu a bola 12 vezes.

Resumo💻

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