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O FC Porto aproveitou o deslize do Sporting para se distanciar ainda mais do “leão”, batendo o Nacional da Madeira por 3-1, naquela que foi a sua 18ª vitória consecutiva. Mesmo sem praticar o seu melhor futebol, os “dragões” estiveram sempre por cima do jogo, acabando por marcar em três das quatro ocasiões que remataram em direcção à baliza dos insulares, numa noite em que Corona (duas assistências) e Brahimi (dois golos) fizeram toda a diferença.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Sinal mais para a equipa do FC Porto na etapa inicial, a única a efectuar remates durante o primeiro quarto-de-hora. Os “dragões” até dispuseram de uma ocasião flagrante logo a abrir, mas Marega não conseguiu bater Daniel Guimarães, que defendeu a bola com um pé. Apesar da superioridade dos “azuis-e-brancos”, os comandados de Sérgio Conceição até tiveram menos bola (48%-52%) e uma vantagem mínima em termos de eficácia no passe (79%-77%).

  • Bom início de partida do central Júlio César, do Nacional, que em apenas 25 minutos chegou às sete acções defensivas. O brasileiro somava ainda três duelos ganhos em quatro disputados e 19 acções com bola.
  • O FC Porto acabou por chegar à vantagem aos 31 minutos, por Brahimi. O extremo argelino não desperdiçou na cara de Daniel Guimarães após um excelente passe de Maxi Pereira, que era por esta altura um dos melhores dos “dragões”, com cinco duelos ganhos, 30 acções com bola e três desarmes. O lance acabou de ser de duplo infortúnio para o Nacional, já que Daniel Guimarães sofreu uma lesão e teve de ser rendido por Lucas França.

  • Antes do apito para o intervalo houve tempo para mais golos, um para cada lado. Primeiro foi Soares, que bateu Lucas França de cabeça após uma brilhante jogada individual de Corona no flanco direito. Dois minutos depois, Róchez reduziu para o Nacional, depois de um primeiro remate dos insulares, bloqueado pela defensiva portista.
  • Intervalo Vantagem justa do FC Porto perante um Nacional corajoso, sem medo de arriscar, o que se expressava nos seus dois remates enquadrados (apenas menos um do que os da casa), quatro pontapés de canto e 46% de posse de bola, números poucos comuns para uma equipa a jogar na casa de um “grande”. No regresso aos balneários, o melhor era Corona, que liderava os GoalPoint Ratings com nota 7.0, fruto de três passes para finalização, um deles resultante em golo, dois dribles eficazes em quatro tentativas, quatro acções defensivas e uma falta sofrida em zona de perigo.

  • Aos 57 minutos, numa fase em que o Nacional já perdera Rosic – saiu de maca após chocar com Lucas França -, Brahimi fez o 3-1, no seu segundo remate do jogo. Na génese da jogada esteve novamente Corona, que somava quatro passes para finalização, tantos quanto a equipa inteira do Nacional.

  • Noite discreta de Alex Telles, que chegou aos 70 minutos da partida com apenas 57% de passes certos no meio-campo contrário, duas acções defensivas, um cruzamento eficaz em cinco tentativas e 16 perdas de posse.
  • O FC Porto chegou aos 75 minutos da partida com apenas 70% de passes certos no decorrer da segunda parte – uma percentagem anormalmente baixa para os “dragões” nos jogos em casa. Neste contexto, os destaques pela positiva iam para os médios Herrera e Danilo Pereira, ambos com 86% de entregas bem-sucedidas.
  • Com o aproximar do final do desafio, o FC Porto limitou-se a gerir a vantagem. Aos 85 minutos, os “dragões” tinham menos posse de bola (48%-52%) e menor eficácia de passe (70%-76%) do que o adversário no decorrer da segunda parte, e levavam quatro remates, apenas um dos quais à baliza. Os “azuis-e-brancos” tinham ainda mais faltas cometidas (8-4) e menos trocas de bola (160-187) do que os insulares, sinais claros da diminuição de ritmo desde o 3-1.

O Homem do Jogo 👑

Não marcou (nem sequer rematou), mas Jesús Corona foi o jogador que mais brilhou no relvado do Dragão. O criativo mexicano foi líder em passes para ocasião, quatro, criando duas ocasiões flagrantes e duas assistências, aproveitadas por Soares e Brahimi. O mexicano arriscou o drible em nove ocasiões, sendo feliz em três delas, completou três desarmes e duas intercepções e sofreu três faltas em zona de perigo (o único portista nesta situação). Com tudo isto, Corona fechou a partida com 7.7 nos  GoalPoint Ratings, a nota mais alta da noite.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Brahimi 7.6 – Demonstrou eficácia máxima ao bisar em apenas dois remates. Fez somente 15 passes e completou um drible em três tentativas.
  • Maxi Pereira 6.5 – O uruguaio regressou às boas exibições, contabilizando uma assistência, seis desarmes, três bloqueios de passe e um drible eficaz.
  • Mbemba 5.2 – Na estreia a titular na Liga, o congolês venceu o único duelo aéreo defensivo que disputou, somou dois desarmes, outros tantos alívios e fez 50 passes, acertando 39.
  • Marega 4.3 – O maliano rematou três vezes, uma delas à baliza, desperdiçando uma ocasião flagrante. Venceu os dois duelos aéreos que disputou e controlou mal a bola em três situações.
  • Witi 3.6 – O moçambicano teve a nota mais baixa da noite. Foi desarmado quatro vezes e controlou mal a bola em quatro ocasiões, ambos máximos da noite. O único remate que fez foi bloqueado.

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