Porto 🆚 Rio Ave | “Dragão” mostra cabeça

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OFC Porto encurtou, à condição, para um ponto a distância para o líder, Benfica, ao bater o Rio Ave, por 4-2, no Estádio do Dragão. A equipa “azul-e-branca” deixou-se empatar e até esteve a perder, mas acabou por dar a volta ao marcador graças a uma segunda parte de grande nível.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Bom início de partida da equipa do Rio Ave, que se mostrou atrevido desde o primeiro apito, chegando ao primeiro quarto de hora com vantagem na posse de bola (60%) e nos duelos ganhos (62%), e ainda com mais um remate efectuado.
  • Foi, por isso, contra a corrente que o FC Porto chegou à vantagem, num cabeceamento certeiro de Felipe após um livre batido por Alex Telles. Os “dragões” marcavam no primeiro remate à baliza e respiravam de alívio, sacudindo alguma da pressão imposta pelos visitantes. Pouco depois, Diogo Jota teve nos pés o 2-0, mas o remate acabou por embater na barra.
  • Apesar do golo, o FC Porto não foi capaz de segurar o jogo: pouco depois da meia-hora, a equipa portista tinha apenas 43% de posse de bola e uma eficácia de passe de 67% (contra 77% do adversário), números invulgarmente baixos para um jogo de um “grande” em casa. E foi então que o Rio Ave restabeleceu a igualdade através de Guedes, aproveitando uma “dádiva” de Casillas.

  • Intervalo Embora nem sempre tenha conseguido mostrar qualidade no processo de construção, o FC Porto terminou a primeira parte com mais um remate enquadrado do que o adversário. Era, no entanto, no meio-campo portista que surgia um jogador em destaque: Danilo, que liderava os GoalPoint Ratings com 6.9, fruto de uma excelente primeira parte em que acertou 92% dos passes, venceu 10 dos 12 duelos que disputou e somou ainda 10 acções defensivas. Do lado do Rio Ave, o destaque ia para o autor do golo, Guedes, com com 5.7.
  • A segunda parte arrancou com novo golo do Rio Ave, desta vez de Roderick Miranda, na conversão de uma grande penalidade cometida por Layún, que acabaria por ser “penalizado” com a substituição.
  • Nas bancadas do Dragão, a ansiedade crescia, mas os jogadores azuis-e-brancos deram a volta ao resultado com dois golos de cabeça no espaço de sete minutos. Os cabeceadores foram dois, Marcano e Danilo, mas na génese dos golos esteve o mesmo jogador, Alex Telles, que já somava três assistências.

  • Com os dois golos de rajada, o FC Porto passou a controlar as incidências da partida, chegando aos primeiros 20 minutos do segundo tempo com cinco disparos (mais quatro do que o adversário), três deles enquadrados com a baliza, e com uma ligeira vantagem em termos de posse de bola. De salientar ainda a tendência dos “dragões” para priveligiar o corredor direito, de onde provinha 59% dos seus ataques.
  • Antes do final da partida, a equipa da casa voltaria a marcar (e novamente de cabeça), por Rui Pedro, desta vez a passe de João Teixeira, que deixou dois adversários para trás. Apesar da vantagem alcançada, os “dragões” terminariam a segunda parte com menos posse de bola (47%) e com uma menor eficácia de passe (68% contra 72% do adversário), acabando por aproveitar o seu excelente jogo aéreo – uma máxima esta época –, que compensou uma tarde em branco de André Silva.

O Homem do Jogo 👑

Mais uma exibição de alto nível de Danilo Pereira, tanto a atacar como a defender. O número 22 portista somou 13 acções defensivas e nove recuperações de bola, e venceu 88% dos duelos que disputou (100% se apenas considerarmos duelos aéreos). E teve ainda tempo para marcar, dando uma vantagem à sua equipa que esta nunca mais largaria. Tudo somado, o médio português terminou a partida como o homem do jogo  GoalPoint Ratings, com 8.1.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Alex Telles 6.3 – O lateral-esquerdo portista esteve na origem de três dos quatro golos da sua equipa e fez ainda um remate enquadrado. Como dado negativo há o facto de ter perdido a posse 24 vezes.
  • Rui Pedro 6.1 – Esteve apenas 34 minutos em campo, mas foi tempo suficiente para mostrar o seu futebol, marcando o golo que selou em definitivo a vitória da sua equipa.
  • Bruno Teles 5.6 – Entrou a meio da primeira parte, para render o lesionado Pedrinho, e esteve em bom plano, somando oito desarmes e vencendo 82% dos duelos que disputou.
  • Layún 4.1 – Regresso desastrado do lateral mexicano, que viu o cartão amarelo na primeira parte e podia ter sido expulso com a grande penalidade cometida depois do intervalo. Ainda assim, foi o autor de seis passes longos eficazes e de oito acções defensivas, em apenas 56 minutos.
  • Casillas 3.6 – Tarde para esquecer do guardião espanhol, que não fez nenhuma defesa e sofreu dois golos (o primeiro dos quais da sequência de uma parada incompleta).

Resumo💻

Luís Mira
Luís Mira
Jornalista com mais de uma década de experiência profissional. Colaborou com vários órgãos de comunicação, nacionais e estrangeiros, entre os quais Público, A Bola, Goal.com, Sky Sports e BBC.
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