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FC Porto não aproveitou o deslize do Benfica no Bonfim. Os “dragões” empataram este sábado a um golo na recepção ao Rio Ave, num embate relativo à 24ª jornada da Liga NOS, e desperdiçaram a possibilidade de aumentar a almofada de conforto no que diz respeito à liderança da prova. Nesta partida número 52 entre os dois conjuntos, Mbemba abriu as contas e Taremi decretou o resultado final.

Resumo 📺

O jogo explicado em números 📊

  • A saída de Manafá para a entrada de Nakajima, fazendo com que Corona recuasse para a posição de lateral-direito, foi a única alteração no conjunto “azul-e-branco” relativamente ao triunfo nos Açores frente ao Santa Clara (2-0).
  • Do lado dos rioavistas, tendo em conta o nulo frente ao Belenenses, três alterações: Piazón, Nélson Monte e Pedro Amaral entraram para os vagas de Felipe Augusto, Matheus Reis e Carlos Mané. 
  • Aos cinco minutos, Sérgio Oliveira surgiu ao segundo poste e viu o cabeceamento ser travado por Pawel Kieszek. No primeiro remate enquadrado da noite, os “dragões” ficaram próximos do golo. Nesta fase, havia domínio dos anfitriões: 11 duelos ganhos contra quatro, 106 passes contra 79, eficácia de passe de 86% e 80% para o Rio Ave, e 58% contra 42% no que diz respeito à posse de bola.

  • À terceira tentativa, surgiu o primeiro golo ao minuto 18. Na conversão de um canto cobrado por Sérgio Oliveira, Danilo cabeceou, Kieszek respondeu com uma excelente intervenção, mas no ressalto, a bola surgiu para Nakajima que assistiu Mbemba para este abrir a contagem com um remate certeiro.

  • Após o golo, o FC Porto não abrandou o ritmo e foi somando acções de ataque, ao passo que o Rio Ave não tinha qualquer remate. Até que tudo mudou à passagem do minuto 32. Taremi perante Marchesín, após óptimo entendimento com Diogo Figueiras, não falhou e apontou o empate, naquele que foi o oitavo golo do iraniano na prova e o 11º em todas as competições.

  • Três minutos volvidos, uma “bomba” disparada por Nuno Santos obrigou o guardião Marchesín a defender e a impedir a reviravolta do emblema de Vila do Conde. Aos 39 minutos, Soares, de cabeça, ficou perto de voltar a deixar os “azuis-e-brancos” novamente na frente do resultado.
  • Intervalo No final dos primeiros 48 minutos de jogo, o marcador estava empatado a um golo. Os donos da casa criaram mais ocasiões, chegaram a estar na frente, graças a um “tiro” de Mbemba, mas sofreram o empate no primeiro remate contrário. O internacional congolês, autor do tento inaugural do duelo, comandava os GoalPoint Ratings, com 6.6: além do golo, o defensor registava ainda eficácia no capítulo do passe – 95% -, apenas dois falhados em 38 tentativas, três passes progressivos certos, 45 acções coma bola e três recuperações de posse.

  • No recomeço, o FC Porto, já a actuar num 4x4x2, com Marega e Soares na linha da frente, tentou assumir a vantagem e teve três remates por intermédio de Sérgio Oliveira, Otávio e Marega. O Rio Ave ia, como podia, neutralizando as investidas adversárias e tentava contra-atacar, mas sem sucesso.

  • Aos 70 minutos, dos nove remates do FC Porto na etapa final, nenhum foi enquadrado à baliza rioavista. Marega, com constantes diagonais da direita para a zona central, assumia o papel de protagonista com dois remates e duas ocasiões gizadas. Num contra-ataque orquestrado por Nuno Santos, que acelerou e tirou tudo e todos da frente, Taremi não conseguiu corresponder ao cruzamento de letra do extremo e rematou por cima da baliza dos “dragões”.

  • A 12 minutos dos 90, o FC Porto ainda chegou a colocar-se na frente, através de um autogolo de Aderllan Santos, mas o lance acabou por ser anulado, após consulta do VAR, por fora-de-jogo de três centímetros de Soares.

  • Até ao apito final sucederam-se as ocasiões de golo. O FC Porto tentava por todos os meios – cruzamentos e remates de longa distância – importunar a defensiva adversária, por sua vez Nuno Santos ia dinamizando as iniciativas dos visitantes sempre que tinha uma nesga de terreno.
  • Não obstante este período frenético, não houve mais golos na partida. Após ter vencido todos os seis jogos desta segunda volta, o FC Porto voltou a escorregar. Por seu turno, o emblema treinado por Carlos Carvalhal não perde há nove jornadas consecutivas e juntou-se ao Braga como as únicas equipas a conseguirem “roubar” pontos no Dragão aos “azuis-e-brancos”.

O melhor em campo GoalPoint👑

Autor do único golo dos líderes do campeonato, Mbemba voltou a realizar uma excelente exibição e terminou o duelo como o melhor elemento em cena, com um GoalPoint Rating de 7.5. O defensor foi importante na construção de lances ofensivos, com nove passe progressivos certos e dez passes longos correctos, esteve atento no duelo das alturas – dois ganhos em três tentativas -, alcançou 12 recuperações de posse, dois desarmes e seis alívios.

Jogadores em foco 🔺🔻

  • Corona 7.1 – Novamente utilizado como lateral-direito, voltou a estar ligado à corrente e envolvido nalguns dos melhores lances do FC Porto, com três passes para finalização e 11 cruzamentos, cinco deles eficazes.
  • Kieszek 6.9 – Sem hipóteses no golo sofrido, foi um dos principais responsáveis pelo facto do FC Porto não ter assinado mais nenhum tento. Ao todo, o guarda-redes realizou quatro intervenções, três das quais dentro da grande área, e ainda foi assertivo a sair da baliza com cinco saídas a soco.
  • Sérgio Oliveira 6.7 – Pegou de estaca no onze muito graças a boas exibições como a a que rubricou esta noite. Rematou quatro vezes, com dois tiros enquadrados à baliza, gizou dois passes para finalização e falhou apenas cinco dos 51 passes tentatos – 90% de eficácia.
  • Otávio 6.8 – Exibição segura do camisola 25, que alcançou sete passes progressivos certos, cinco longos, 91 acções com a bola e falhou apenas um dos sete dribles tentados.
  • Gelson Dala 5.9 – Esteve apenas dez minutos em campo, mas o tempo suficiente para se destacar como o segundo melhor jogador do Rio Ave no encontro. O internacional angolano criou perigo com um remate, fez dois passes para finalização, esteve envolvido em 12 acções com a bola.
  • Tarantini 5.8 – Um todo-o-terreno com 36 anos. Com muito critério em todas as acções, o capitão dos vilacondenses encheu o campo com talento e espírito de sacrifício. No passe teve uma eficácia de 83% – 30 passes certos e seis falhados -, três passes longos, 52 acções com a bola e dez recuperações de bola foram alguns dos seus números.