Porto 🆚 Tondela | Golear mesmo de “mira” torta

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O FC Porto venceu tranquilamente o Tondela em casa por 4-0 e colocou pressão no SL Benfica, que só joga domingo e logo frente ao Braga. O assunto até estava mais ou menos complicado até perto do intervalo, quando uma grande penalidade e, mais tarde, uma expulsão, ajudaram os “dragões” a assentar o seu futebol e a tirar quaisquer veleidades aos visitantes. Isto num jogo com muitos remates, mas também muitas oportunidades falhadas.

O Jogo explicado em Números 📊

  • O Porto, definitivamente rendido ao 4-4-2, entrou forte, com Soares a querer dar continuidade aos bons jogos e aos golos, através de um excelente cabeceamento que obrigou Cláudio Ramos a boa defesa, logo aos quatro minutos. Por volta dos dez os portistas tinham 81% de posse de bola.

  • O Tondela assentou o seu jogo e a meio do primeiro tempo já recuperara um pouco a posse, com 32%, e registava já dois remates, um enquadrado, enquanto os “dragões” não arrancavam nenhum disparo desde a tentativa de Soares.
  • Por volta dos 40 minutos já o Porto ameaçava mais, somando seis disparos, cinco deles enquadrados, sendo que Cláudio Ramos registava já quatro defesas. Casillas havia feito duas, e de qualidade, diga-se. Até que, aos 42 minutos, o árbitro assinalou falta de Osório sobre Soares na área e, na cobrança do respectivo penalty, André Silva não falhou e fez o seu 13º golo na Liga NOS. Ainda antes do intervalo, Osório viu o segundo amarelo e foi expulso.

  • Intervalo O jogo estava complicado para o Porto, perante a bola circulação de bola do Tondela e a velocidade de Murillo. Mas o penalty perto do descanso tranquilizou os “dragões”, que reiniciaram a partida com superioridade numérica. André Silva, o autor do golo, foi o melhor até ao intervalo, com base no GoalPoint Ratings, somando 6.7. Marcou em dois remates, fez dois passes para ocasião e teve sucesso no drible que tentou.
  • Porém, o rating do jovem avançado caiu no arranque da segunda parte quando, solicitado por Corona e sem Cláudio Ramos na baliza, conseguiu rematar ao lado.

  • Quem não falhou foi Rúben Neves. Aos 54 minutos, o substituto de Danilo Pereira neste jogo arrancou um pontapé de bem longe que só parou no fundo da baliza visitante. O grande momento da noite.

  • O Porto nunca mais perdeu o controlo da partida. Pela hora de jogo registava 68% de posse e já sete remates no segundo tempo, apenas menos dois do que na primeira parte. Pelo que se adivinhava o 3-0, que surgiu aos 63 minutos, por Soares. O brasileiro marcou o quarto golo em três jogos, num remate colocado.

  • Numa partida de sentido único no segundo tempo, e com cinco oportunidades flagrantes desperdiçadas (duas por Otávio e Soares, uma por André Silva), teve de ser Diogo Jota a mostrar como se faz, com um belo golo já em período de descontos, o 4-0.

O Homem do Jogo 👑

Os adeptos portistas podem ter temido com a ausência, por opção, de Danilo Pereira. Mas o seu substituto, Rúben Neves, não deixou ficar mal a equipa. O jovem médio foi o melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 8.2, e não passou despercebido o magnífico golo que marcou “do meio da rua”. No restante, Neves terminou com 89% de passes certos, dois passes para ocasião e 11 recuperações de bola, para além de seis desarmes e duas intercepções.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Soares 6.5 – Faltam adjectivos para definir o arranque do brasileiro no Porto. As duas ocasiões flagrantes que falhou penalizam-lhe o rating, mas marcou um golo, fez seis remates (três enquadrados) e sofreu seis faltas, uma delas a do penalty que deu o 1-0.
  • André Silva 7.6 – Marcou de penalty e falhou uma oportunidade flagrante, que também penalizou a nota final do avançado. Mas voltou a ser muito rematador (4) e fez cinco passes para ocasião, uma delas flagrante e outra convertida em assistência. Parece estar, finalmente, a encaixar no modelo de dupla de avançados.
  • André André 7.6 – Um pulmão enorme. À frente de Rúben Neves teve o terceiro melhor rating, caso para dizer que a dupla de médios-centro estiveram no coração do êxito portista. André acertou 93% de passes (68), criou uma ocasião flagrante, recuperou 11 vezes a bola (as mesmas que Rúben) e fez quatro desarmes.
  • Casillas 6.6 – Chegou a liderar o rating na primeira parte, quando o Tondela, ainda com 11 jogadores, esteve perto de marcar. O segundo tempo fez esquecer que o espanhol realizou três defesas importantes na etapa inicial.
  • Cláudio Ramos 5.9 – O guardião, que integrou a o XI do mês de Janeiro, fez seis defesas, cinco delas a remates dentro da sua grande área, e não fosse a sua boa forma e o jogo terminaria com outros números.

Resumo💻

Pedro Tudela
Pedro Tudela
Profissional freelancer com 19 anos de carreira no jornalismo desportivo, colaborou, entre outros media nacionais, com A Bola e o UEFA.com.
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