Portugal 🆚 Chile | Selecção cai nos penáltis

-

[vc_tta_tabs][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-line-chart” add_icon=”true” title=”GoalPoint Ratings” tab_id=”1465571624475-01e55dfc-58e2″]

[/vc_tta_section][vc_tta_section i_position=”right” i_icon_fontawesome=”fa fa-trophy” add_icon=”true” title=”Melhor em Campo ” tab_id=”1465571693503-4a0f9bf6-e654″]

[/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-futbol-o” add_icon=”true” title=”120m” tab_id=”1465571672809-6f7d6717-7b04″]

[/vc_tta_section][/vc_tta_tabs]

A Selecção Nacional está fora da luta pela conquista da Taça das Confederações, após perder diante do Chile no desempate por grandes penalidades. Numa partida com poucas ocasiões de golo, os chilenos estiveram quase sempre por cima, acabando por confirmar a sua superioridade graças ao seu guarda-redes, Claudio Bravo, que parou três penáltis de forma exímia.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Início extremamente vivo da partida, com uma ocasião flagrante de golo para ambas as equipas logo nos minutos iniciais. Em ambos os casos, os guarda-redes sobrepuseram-se aos avançados, que não tiveram a frieza necessária para fazer golo. Portugal terminaria os primeiros 15 minutos com uma baixa eficácia de passe (75%, contra 83% dos chilenos), apenas 46% de posse e com uma nítida predilecção pelo corredor esquerdo, de onde partiam 53% dos ataques.

  • Terminada a primeira meia-hora da partida, Bruno Alves era quem liderava em matéria de passes para finalização, com dois. Na equipa chilena, o destaque ia para Aránguiz, já com 15 entregas só no meio-campo adversário.
  • À entrada para os derradeiros minutos da primeira parte, Cédric Soares continuava pouco influente nas manobras ofensivas. A somar às dez perdas de posse – número máximo da equipa portuguesa -, o lateral do Southampton só acertara seis dos 11 passes que fizera, e nenhum dos seus três cruzamentos fora eficaz.

  • Intervalo A primeira parte terminou com Portugal a ter mais remates e mais bolas colocadas na área adversária, ainda que, em matéria de posse de bola e de eficácia de passe, o Chile tenha sido bastante superior. A liderar os GoalPoint Ratings surgia Adrien, com nota 6.0. O médio do Sporting somava um drible eficaz, 17 passes certos em 19 efectuados, três recuperações de bola, dois desarmes e outras tantas intercepções. O melhor do Chile, por sua vez, era o lateral-esquerdo Beausejour 5.8, com um passe para finalização, um cruzamento eficaz e 29 toques.

  • O segundo tempo trouxe mais do mesmo: um Chile bastante mais afoito, perante a passividade dos jogadores portugueses. Rui Patrício foi mesmo obrigado a intervir para impedir o golo de Vargas, aos 57 minutos. Volvidos 15 minutos desde o reatamento, Portugal tinha apenas 36% de posse e 72% de eficácia na entrega da bola.

  • Aos 75 minutos, as diferenças na circulação de bola eram evidentes: Portugal contabilizava apenas 251 passes, contra 463 do Chile. O jogador chileno com mais entregas, Marcelo Díaz, tinha 71 passes, mais do dobro do que Bernardo Silva (31), o jogador português que liderava este indicador.
  • Ainda antes de a partida entrar no tempo de compensação, registava-se igualdada no número de remates, cinco ao todo, um deles enquadrado. As duas substituições na equipa de Portugal tinham produzido pouco efeito: Nani tinha nove toques na bola, enquanto Quaresma tinha apenas um.

  • A única grande ocasião da primeira parte do prolongamento pertenceu aos chilenos, num cabeceamento perigoso de Alexis Sánchez que passou ao lado da baliza de Rui Patrício. A estrela do Arsenal continuava ser rematar de forma enquadrada, após duas tentativas.

  • O prolongamento terminou com sinal mais para os chilenos, que fizeram seis remates, dois deles aos ferros da baliza de Rui Patrício, contra apenas dois de Portugal, sendo que nenhum deles foi enquadrado.
  • A sorte parecia estar do lado da Selecção Nacional, mas na lotaria das grandes penalidades ela não quis saber dos nossos. Os jogadores portugueses tremeram na marca dos 11 metros, com Ricardo Quaresma, João Moutinho e Nani a não conseguirem bater o guarda-redes Cláudio Bravo, ele que, durante os 120 minutos, já havia feito três defesas.

O Homem do Jogo 👑

Numa partida sem grandes oportunidades, o destaque vai para um defesa chileno que por diversas vezes assumiu as rédeas do ataque. Jean Beausejour, jogador do Universidad de Chile, fez dois passes para finalização, um deles resultante numa ocasião flagrante, dois cruzamentos eficazes e um drible bem-sucedido. A defender também esteve bem, contabilizando 12 recuperações, cinco duelos disputados e três desarmes. Tudo somado, o experiente lateral, de 33 anos, conseguiu nota 6.8 nos GoalPoint Ratings.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Cédric 6.7 – Bom jogo, tanto a atacar como a defender. Somou três passes para finalização, dois cruzamentos eficazes, 99 toques e 12 bolas colocadas na área contrária.
  • Aránguiz 6.5 – Acertou 73 dos 79 passes que fez, um registo verdadeiramente impressionante. Conseguiu três passes para finalização, dois cruzamentos eficazes e 107 toques.
  • Cristiano Ronaldo 6.1 – Fez cinco remates, um deles enquadrado, e criou uma ocasião flagrante de golo. Foi feliz em dois dos cinco dribles que executou, mas perdeu a bola 21 vezes.
  • André Gomes 5.4 – Rematou muito, sempre de fora da área, mas mal. Certinho no passe (88%) esteve bem também no drible (três em quatro eficazes), mas não criou situações de remate e foi praticamente nulo a defender.
  • André Silva 5.1 – Desperdiçou uma ocasião flagrante de golo no único remate enquadrado que fez. Disputou 14 duelos, vencendo nove, e sofreu três faltas.
  • Alexis Sánchez 5.0 – Rematou quatro vezes, mas nunca de forma enquadrada. Nenhuma das suas sete tentativas de drible lhe saiu bem. Na retina fica apenas a ocasião flagrante que criou.

GoalPoint
GoalPoint
O GoalPoint.pt é um site produzido pela GoalPoint Partners, uma start-up especializada em análise estatística de futebol, que oferece serviços dirigidos a profissionais, media, patrocinadores/anunciantes e adeptos.
GoalPoint

GRÁTIS
BAIXAR