GoalPoint-Portugal-Croácia-Internationals-201718-Ratings
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Portugal e Croácia não foram além de um empate 1-1, em jogo de preparação realizado esta quinta-feira no Estádio do Algarve. Numa partida entre o campeão da Europa e o finalista vencido do último Mundial, o encontro valeu pela animada primeira parte, quando aconteceram os golos, e para duas estreias na Selecção Nacional: Sérgio Oliveira e Gedson Fernandes.

Excelente início de jogo de parte a parte, com Bruma, do lado de Portugal, a agitar muito a partida nos primeiros instantes, através de dribles e velocidade, em transições rápidas. A Croácia mostrava-se mais “cerebral”, a construir o seu jogo com paciência, mas também a criar perigo. Por volta dos 18 minutos os croatas tinham mais remates (3-2) que Portugal e ambos os guarda-redes já haviam sido chamados a boas intervenções.

E foi precisamente neste minuto que os vice-campeões do Mundo marcaram, por Ivan Perisic, a concluir uma jogada com vários ressaltos, através de um remate forte. Um golo que surgiu numa altura em que ainda ninguém merecia a vantagem, embora as ocasiões de golo surgissem dos dois lados.

Portugal pegou no jogo a partir daqui, empurrou a Croácia para a sua defesa e empatou aos 32 minutos. Na sequência de um pontapé de canto, Pizzi cruzou com conta, peso e medida e Pepe saltou mais alto que todos na grande área, para cabecear para o 1-1. Um tento que não travou a ambição lusa, pois o domínio continuou e chegou aos 55% de posse de bola ao intervalo para os campeões europeus. Destaque para a excelente eficácia de passe de ambas as equipas (91%-90%) e para os 11 remates de Portugal, embora apenas dois enquadrados. O melhor jogador ao descanso era Pepe, com um rating de 6.7, a coroar o seu 100º jogo pela Selecção.

O segundo tempo esteve longe da intensidade do primeiro. Ainda antes das substituições mudarem por completo as estratégias iniciais, já a partida adormecera um pouco, com domínio territorial repartido, ora com Portugal por cima, ora com a Croácia a guardar a bola. Os remates, esses, passaram a rarear, só surgindo com mais frequência perto do final. Deste o reatamento, a turma lusa fez oito remates, mas só enquadrou um, tantos quanto os homens dos Balcãs, na sua única tentativa nesta fase.

O melhor em campo acabou mesmo por ser Pepe. O defesa-central terminou com um GoalPoint Rating de 7.0, fruto do golo que marcou, mas também das seis acções defensivas, entre elas quatro alívios.