Portugal 🆚 Marrocos | CR7 e Rui, “santinhos” populares

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Portugal deu um passo de gigante rumo aos oitavos-de-final do Mundial. Os campeões da Europa venceram Marrocos por 1-0, num jogo em que o resultado foi melhor que a exibição. Muito melhor, diga-se. O golo madrugador de Cristiano Ronaldo impeliu os magrebinos para o ataque e o encontro decorreu praticamente todo com os marroquinos a mandar no jogo, a atacar e a rematar, sem que os comandados de Fernando Santos conseguissem anular o “miolo” contrário. Rui Patrício foi herói, ao realizar algumas intervenções decisivas.

O Jogo explicado em Números 📊

  • O jogo não poderia ter começado da melhor forma para Portugal. Logo aos quatro minutos, João Moutinho bateu um canto da direita e o inevitável Cristiano Ronaldo surgiu de rompante a cabecear, quase sem oposição, para o 1-0.

  • Mas o jogo não estava a ser fácil para as cores lusitanas. Aquando do primeiro quarto-de-hora, Marrocos registava mais posse de bola, nada menos que 59%, muita certeza no passe (88% de eficácia) e tantos remates quanto Portugal (três, um deles enquadrado). Os marroquinos preenchiam bem o “miolo”, o que tirava bola aos campeões da Europa.
  • João Mário, encostado à linha do lado esquerdo, estava a sentir muitas dificuldades, registando nove perdas de posse pelos 20 minutos e quatro passes falhados em 11 realizados. Do lado oposto, Bernardo Silva também já tinha perdido sete vezes o esférico, igualmente devido à pressão dos médios marroquinos.

  • João Moutinho era o mais esclarecido de Portugal, com um rating de 6.0 a meio do primeiro tempo, graças sobretudo à assistência, mas também à capacidade de sacrifício nos momentos sem bola.
  • À meia-hora, Portugal registava apenas duas acções com bola na área de Marrocos, a que deu golo e um remate cruzado muito perigoso de Ronaldo aos nove minutos, que saiu rente ao poste direito. Muito pouco.

  • Aos 40 minutos, Ronaldo isolou Gonçalo Guedes, que rematou para grande defesa de Munir Mohamedi. A selecção de Marrocos continuava muito personalizada, a registar 51% de posse de bola, mas a piorar na eficácia de passe, caindo para 77%. Algo que ia beneficiando Portugal, mais tranquilo sem bola perto do descanso.
  • Intervalo Vantagem lusa ao descanso, assente, mais uma vez, numa excelente entrada em jogo, com um golo de Cristiano Ronaldo muito cedo, tal como aconteceu frente a Espanha. Marrocos colocou muitos problemas a Portugal, pelo número elevado de jogadores na intermediária, e registou 52% de posse nos primeiros 45 minutos, sete remates, mais dois que Portugal. Porém, a selecção das “quinas” conseguiu criar duas ocasiões flagrantes, algo que a equipa magrebina não teve arte para construir. O melhor em campo ao intervalo era Cristiano Ronaldo. Não esteve tão em jogo como com Espanha, mas fez um golo em três remates e criou uma ocasião flagrante, o que lhe valeu um GoalPoint Rating de 6.4.

  • O reatamento não melhorou o jogo de Portugal, antes pelo contrário. Marrocos continuava a anular as transições lusas com grande facilidade e a empurrar Portugal, e nos primeiros 15 minutos do segundo tempo valeu Rui Patrício. Dos três disparos, dois foram enquadrados e para defesa do novo guardião do Wolverhamptom, uma delas verdadeiramente notável.

  • Rui Patrício era, nesta segunda parte, um oásis na desinspiração portuguesa, sendo o melhor em campo com um rating de 7.2, fruto de quatro defesas. João Moutinho era quem mais se aproximava, com relevantes 12 acções defensivas, entre elas seis desarmes e quatro bloqueios de passe. William Carvalho, nas suas costas, não passava das duas acções defensivas e três recuperações de posse.

  • Perto do fim, Marrocos registava 55% de posse de bola, seis remates na segunda parte, dois enquadrados, Portugal três disparos, todos sem a melhor direcção. A incapacidade lusa para pressionar à frente era gritante, muito pela ineficácia de William Carvalho, que não passava das três recuperações de posse e cinco acções defensivas, não permitindo que os restantes médios se soltassem.
  • Porém, a ineficácia marroquina acabou por favorecer a formação das quinas, que saiu deste jogo com o resultado mas novamente com razões para o Engenheiro reflectir, entre elas este facto – a Selecção permitiu 41 bolas na sua área e só colocou 12 na área adversária. 

O Homem do Jogo 👑

Após uma boa parte em que Ronaldo e Patrício lideraram os ratings do encontro, não admira que no final tenha sido um marroquino a roubar o título de MVP: Hakim Zyach 7.4 , aposta GoalPoint para este Mundial, foi um quebra-cabeças (quatro remates e outros tantos passes para finalização).

Mas centramos atenção no “santinho-mor” português, Ruí Patrício 7.1, cujas quatro defesas, três delas a remates efectuados já dentro da área portuguesa (e uma delas de elevado grau de dificuldade) foram fundamentais no resultado final, a par do golo obtido pelo outro “santo da casa”, Cristiano.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Cristiano Ronaldo 6.6 – Novamente abono. Somou seis remates, um deles o golo decisivo. Não ganhou tantos duelos aéreos como costume (estava lá Benatia e faltou bola), mas arrancou cinco faltas e ainda criou uma ocasião flagrante.
  • João Moutinho 6.3 – Chegou a ser o melhor em campo e esteve quase sempre no topo durante a maior parte do jogo. Não só realizou a assistência (em dois passes para finalização), como ainda fez o trabalho defensivo dele… e de William Carvalho, com seis desarmes, cinco passes bloqueados e quatro recuperações de posse.
  • Cédric 6.3 – Tendo em conta o que apanhou pela frente na ala, o lateral acabou por fazer um jogo muito positivo, em crescendo, aliás, no final, somando seis desarmes, cinco alívios defensivos e sete recuperações de posse. Quem dera à maioria dos colegas, na hora de defender.
  • William Carvalho 4.6 – Se não se notou mais a sua “ausência”, a Moutinho a Selecção o deve. O “trinco” não se viu nem no passe (75% de eficácia em 51 tentativas) nem na recuperação.
  • João Mário 4.5 – Um fantasma, no plano ofensivo e defensivo. Perdeu a posse 14 vezes e recuperou-a quatro, somando apenas 27 passes e acertando 20, nenhum deles para finalização de um colega. Muito pouco.

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