Portugal 🆚 México | “São” Patrício vale pódio 🥉

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A Selecção Nacional terminou a Taça das Confederações no terceiro lugar, após bater no prolongamento a sua congénere do México por 2-1. Sem Cristiano Ronaldo, poupado, Portugal deu a volta ao marcador com golos de Pepe, já nos descontos da segunda parte, e Adrien Silva, de grande penalidade, mas na retina fica mais uma excelente exibição de Rui Patrício, que agarrou com ambas as mãos o bronze graças a um sem-número de intervenções, algumas delas de grande dificuldade, tanto no tempo regulamentar como no prolongamento.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Bom começo de partida por parte da Selecção Nacional, que acabou por ficar “manchado” pela grande penalidade desperdiçada por André Silva – o quarto disparo da marca dos 11 metros sem sucesso de jogadores portugueses nesta Taça das Confederações. Portugal terminava este período inicial com quatro remates, contra apenas um do adversário, e 59% de posse.

  • A primeira grande oportunidade de perigo dos mexicanos surgiu só aos 31 minutos, num remate colocado de “Chicharito” que obrigou Rui Patrício a uma excelente intervenção.

  • À entrada para os últimos cinco minutos da primeira parte havia um jogador português em claro destaque: Pizzi. O médio do Benfica levava já três passes para finalização (tantos quanto os restantes jogadores nacionais juntos), 43 toques e uma eficácia de passe de 93%.
  • Intervalo O primeiro tempo terminou com o domínio de Portugal em praticamente todas as variáveis colectivas. Em termos individuais o destaque ia para o médio português Pizzi, que liderava os GoalPoint Ratings com 6.4 . A juntar aos já mencionados três passes para finalização, Pizzi tinha dois dribles eficazes, 49 toques e 32 passes certos. O melhor do México, por sua vez, era o guarda-redes Ochoa 6.1, já com duas defesas.

  • A segunda parte começou com o golo do México, logo aos 54 minutos, num lance que terminou com Luís Neto a introduzir a bola na própria baliza. A mudança no marcador espelhava o bom início da selecção mexicana, que somava 62% de posse de bola, apesar de os únicos remates até então terem pertencido a Portugal.

  • Passados 30 minutos desde o reatamento da partida, Pizzi continuava a liderar em passes para finalização, com quatro, seguido de perto por João Moutinho e Gelson Martins, com três cada. Do lado do México, o destaque ia para Carlos Vela, que somava três.
  • Aos 80 minutos Portugal já liderava em posse de bola – 54% – e ainda em número de remates, oito, embora apenas um deles tivesse sido enquadrado com a baliza. Apesar desta superioridade, a Selecção Nacional não conseguia criar perigo junto da baliza mexicana, pelo que a derrota parecia inevitável. Mas foi então que surgiu Pepe dentro da área a desviar para o fundo da baliza após cruzamento de Ricardo Quaresma. Primeiro golo na competição do antigo defesa do Real Madrid, que se superiorizou a Layún naquele que foi o seu oitavo duelo ganho, em 12 disputados.

  • O México esteve às portas do golo na primeira parte do prolongamento, num remate à queima-roupa de Lozano que Rui Patrício defendeu com o corpo. No entanto, foi Portugal que chegou ao golo, através de uma grande penalidade batida por Adrien, depois de Layún ter tocado com o braço na bola.

  • A segunda parte do prolongamento ficou marcada pelas expulsões de Nélson Semedo e de Raúl Jiménez, dois jogadores do Benfica, por acumulação de cartões amarelos. Os últimos minutos foram vividos bastante intensamente pelos jogadores das duas equipas, com Rui Patrício a manter Portugal no pódio com mais uma excelente intervenção, desta vez a um remate com selo de golo de Héctor Herrera.

O Homem do Jogo 👑

Rubricou uma excelente exibição, ao nível das que nos habituara durante o EURO 2016. Rui Patrício fez o seu melhor jogo na Taça das Confederações precisamente na despedida da prova, deixando a Rússia com o título de melhor jogador deste encontro para o terceiro e quarto lugares. O guarda-redes do Sporting fez oito defesas, cinco delas a remates de dentro da área, uma recolha e ainda uma saída eficaz pelo solo. Tudo somado, “São” Patrício arrecada nota 8.1 nos  GoalPoint Ratings.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Pepe 7.6 – Marcou o golo que empurrou o jogo para prolongamento. Para além disso, fez 68 passes, 56 deles eficazes, tocou na bola 91 vezes, venceu 11 dos 17 duelos que disputou e conseguiu oito alívios.
  • Herrera 6.4 – Fez dois remates, ambos enquadrados e três passes para finalização. Quatro das suas cinco tentativas de drible foram bem-sucedidas, e disputou 18 duelos, vencendo oito.
  • Pizzi 6.2 – Deu nas vistas pelos quatro passes para finalização. Acertou 62 das 68 entregas que fez e rematou quatro vezes, nenhuma delas enquadrada. Perdeu a posse em 18 ocasiões.
  • Gelson Martins 5.4 – Esteve na origem do segundo golo de Portugal, é certo, mas a sua nota sai prejudicada pelo facto de ter falhado uma ocasião flagrante de golo e por nenhuma das suas cinco tentativas de drible ter sido eficaz.
  • Rafael Márquez 4.2 – O veterano de 38 anos foi o pior jogador da tarde, muito por culpa da grande penalidade cometida. Fez ainda seis acções defensivas e falhou apenas quatro dos 55 passes que realizou.

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