Portugal 🆚 Sérvia | Entrada de candidato

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ASelecção Nacional de sub-21 entrou com o pé direito no Europeu da categoria ao bater a sua congénere da Sérvia por 2-0, com golos de Gonçalo Guedes e Bruno Fernandes, a fechar ambas as partes. A Sérvia ainda controlou a partida durante a fase inicial da segunda parte, mas a entrada de Renato Sanches permitiu “estancar” o caudal ofensivo do adversário, que tem como base a equipa campeã mundial de sub-20.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Bom início da Selecção Nacional, que esteve perto de marcar logo ao quinto minuto, num livre batido por Bruno Fernandes que terminou com Rúben Neves a rematar ao poste. Terminados os primeiros dez minutos, o sinal mais pertencia aos homens de Rui Jorge, que tinham ainda mais posse de bola (54%-46%), mas era visível o nervosismo por parte das duas equipas. Portugal apresentava uma eficácia de passe de apenas 76%; a Sérvia, de 68%.

  • Volvidos 20 minutos, Diogo Jota continuava “ausente” da partida, com apenas quatro passes e sete toques – ambos mínimos na Selecção Nacional. Gonçalo Guedes, por sua vez, dava nas vistas pelo número de duelos disputados, 12, apenas menos um do que os disputados pelo resto da sua equipa. De assinalar ainda que 55% dos ataques da equipa portuguesa provinham do corredor direito, onde Podence liderava em termos de número de passes (17) e João Cancelo ao nível de toques (23).
  • Pouco a pouco, Portugal foi perdendo o domínio do jogo. À entrada da meia-hora, a posse de bola estava igualada e os sérvios já tinham o dobro dos remates dos portugueses, embora ainda não tivesse havido ainda nenhum disparo à baliza. Mas foi precisamente neste contexto ligeiramente desfavorável que surgiu o golo de Portugal, num cabeceamento de Gonçalo Guedes após uma defesa incompleta de Milinkovic-Savic a um cruzamento de Podence.

  • Intervalo Terminada a primeira parte, havia um jogador em claro destaque. Tratava-se de Gonçalo Guedes, o autor do golo e o líder destacado nos GoalPoint Ratings, com nota 6.7. Para além do cabeceamento certeiro, o jogador do Paris Saint-Germain tinha três dribles eficazes em outras tantas tentativas e 14 duelos disputados, metade dos quais ganhos. Na equipa sérvia, o melhor era o benfiquista Zivkovic 5.7, com dois remates e uma ocasião flagrante criada.

  • Início bastante lento da equipa portuguesa na segunda parte, deixando a Sérvia assumir as rédeas do jogo. Passados 15 minutos desde o reatamento, os homens de Nenad Lalatovic levavam já três remates, um deles enquadrado. Portugal, por sua vez, ainda nem uma vez tinha rematado. Esta superioridade por parte do adversário levou Rui Jorge a mexer no meio-campo, apostando em Renato Sanches para o lugar de João Carvalho.

  • Apesar da fraca produção ofensiva de Portugal na segunda parte, importava destacar o papel de Bruno Fernandes. O médio da Sampdoria liderava em passes para finalização (três) e em número de passes para o meio-campo adversário (28).
  • Com a Sérvia a colocar toda a carne no assador, o jogo ficou completamente aberto. Aos 86 minutos, Iuri Medeiros teve nos pés a hipótese de “matar” o jogo, mas acabou por falhar na cara do guarda-redes sérvio. Dois minutos depois, Bruno Fernandes acabaria por fechar as contas do jogo depois de um magnífico passe de Renato Sanches. Eficácia máxima da Selecção Nacional, que marcou nos dois únicos remates enquadrados que fez neste desafio – tantos quanto a Sérvia realizou.

O Homem do Jogo 👑

Bruno Fernandes rubricou uma grande exibição e foi coroado por isso com um golo já perto do fim, terminando a partida com nota 7.0 nos GoalPoint Ratings. Para além de ter feito o 2-0, o médio da Sampdoria conseguiu três passes para finalização, um deles resultante numa ocasião flagrante, e colocou sete bolas na área adversária. Também deu o seu contributo à defesa, somando três desarmes, um alívio e um bloqueio de remate.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Gonçalo Guedes 6.8 – Abriu o caminho da vitória com o primeiro golo da tarde, no único remate que fez. Para além disso, foi feliz nos cinco dribles que tentou, e disputou 19 duelos – mais do que qualquer outro jogador.
  • Zivkovic 6.0 – Foi um dos melhores da sua equipa. Fez três remates (nenhum deles enquadrado), criou duas ocasiões flagrantes de golo e colocou 11 bolas na área adversária.
  • Renato Sanches 6.0 – Esteve pouco mais de meia-hora em campo, tempo suficiente para deixar a sua marca. Fez uma assistência, acertou 18 dos 21 passes que realizou e sofreu ainda três faltas.
  • Diogo Jota 4.9 – Jogo para esquecer. Perdeu a posse oito vezes e controlou mal a bola em quatro ocasiões. Fez apenas dez passes em 45 minutos, acabando por ser substituído ao intervalo.
  • Milinkovic-Savic 4.5 – Sofreu dois golos sem ter feito uma única defesa, sendo que o primeiro foi resultante de um erro seu.

Luís Mira
Luís Mira
Jornalista com mais de uma década de experiência profissional. Colaborou com vários órgãos de comunicação, nacionais e estrangeiros, entre os quais Público, A Bola, Goal.com, Sky Sports e BBC.
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