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Num jogo de preparação realizado em Praga ante a República Checa – o último amigável antes da convocatória final para a Copa América de 2019 -, o Brasil venceu por 3-1. Num encontro fraco por parte do “escrete” na primeira parte, ao ponto de ir para o intervalo em desvantagem, os comandados de Tite surgiram transfigurados na etapa complementar, marcaram cedo e deram a volta ao resultado, através de uma melhoria considerável na finalização.

A formação “canarinha” teve muita bola na primeira metade, trocava-a com alguma segurança, mas não sabia muito bem o que fazer com ela no último terço do terreno, sendo incapaz de criar verdadeiros lances de perigo, pelo que não foi além de quatro remates nesta fase, um enquadrado, contra nove dos homens da casa, quatro com a melhor direcção. Os checos marcaram mesmo aos 37 minutos, por David Pavelka, num remate de fora da área na sequência de mais uma transição rápida dos checos, muito mais objectivos até ao intervalo.

No arranque da segunda parte, logo aos 49 minutos, Roberto Firmino roubou a bola à defesa contrária e, perante Jirí Pavlenka, empatou a partida. Este foi o primeiro sintoma de um Brasil transfigurado, agora com Philippe Coutinho no meio, em vez de à esquerda, a dar outra clarividência ao futebol ofensivo. E foi isso que mudou, o que permitiu que os remates no segundo tempo fossem realizados em situações bem mais favoráveis – o que promoveu a eficácia das finalizações.

Assim, aos 83 minutos, Danilo lançou David Neres na esquerda e este, solto, serviu Gabriel Jesus na perfeição, com o avançado do Manchester City a encostar para o 2-1. E em cima do minuto 90, uma excelente jogada de várias combinações ao primeiro toque terminou com Neres, mais uma vez, a servir Gabriel Jesus, com este a fazer o 3-1 final à segunda tentativa.

O melhor em campo foi Gabriel Jesus, com um GoalPoint Rating de 7.7, apesar de ter jogado pouco mais de 20 minutos. O atacante fez dois golos, enquadrou três de quatro remates, completou os sete passes que tentou, ganhou os dois duelos aéreos ofensivos em que participou e ainda teve tempo de desperdiçar uma ocasião flagrante.