GoalPoint-Roma-Liverpool-Champions-League-201718-Ratings
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O Liverpool vai defrontar o Real Madrid na final da Liga dos Campeões 2017/18, a disputar em Kiev, a 26 desde mês. A formação inglesa viajou até Roma com uma vantagem de 5-2 da primeira mão, marcou por duas vezes e chegou na frente do marcador ao intervalo, mas três golos dos romanos no segundo tempo ainda deram emoção a um jogo que parecia longe de colocar em perigo a superioridade dos “reds”. Os transalpinos remataram muito, mas a fraca pontaria contribuiu para o adeus à competição. Para a História fica a meia-final com mais golos de sempre, nada menos que 13.

Magnífico ambiente o Olímpico de Roma, muito apoio à equipa italiana, mas cedo o Liverpool mostrou ao que vinha. Transição rápida e Sadio Mané, aos nove minutos, colocou os “reds” na frente e a eliminatória cada vez mais a pender para o seu lado. A Roma reagiu, com o 1-1, um autogolo de James Milner – um lance caricato em que a bola bateu na cara do inglês, antes de entrar. Mas quando se pensava que os transalpinos haviam voltado à discussão, Georginio Wijnaldum fez o 2-1 para os ingleses. E foi este o filme da primeira parte. A equipa da casa teve mais bola (58% de posse), mas não enquadrou nenhum dos seus oito remates e não criou nenhuma ocasião flagrante. O Liverpool, por seu turno, criou três, rematou as mesmas oito vezes e enquadrou quatro disparos, isto apesar de jogar claramente nas transições ofensivas sob a batuta de Mané – o melhor no primeiro tempo, com um golo em três remates, dois dribles completos e um rating de 6.3.

O segundo tempo trouxe mais Roma, desesperadamente em busca de golos. Esse desespero ficou patente no futebol da equipa, com muito coração e pouco discernimento. Em termos de posse de bola as coisas mantiveram-se ao nível da primeira parte, mas os transalpinos aumentaram bastante o número de remates (16 da etapa complementar), conseguindo mesmo assustar a formação inglesa e ficar a apenas um golo de levar a partida para prolongamento, graças a três tentos na segunda metade. Primeiro por Edin Dzeko (52′), depois num remate forte de Radja Nainggolan (86′) de fora da área e, por último, numa grande penalidade apontada pelo médio belga, em cima do minuto 94. Contudo, não houve tempo para mais.

O melhor em campo acabou por ser Nainggolan. O “todo-o-terreno” belga fez dois golos em três remates, registou cinco passes para finalização, teve eficácia em dois de quatro cruzamentos e completou os dois dribles que tentou. E ainda registou 12 recuperações de posse, o que lhe valeu um GoalPoint Rating de 7.4.

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