Já tínhamos, durante a semana, abordado os números da época de estreia de Rúben Dias na equipa principal, e a conclusão foi que… a venda de Lindelöf foi um excelente negócio do Benfica. Uns dias depois, mais uma capítulo: o miúdo de 20 anos abriu o marcador na recepção ao Boavista, chegando aos três golos ao serviço da equipa A – um registo melhor do que o do sueco, sendo que, para tal, precisou apenas de 26% dos jogos contabilizados de “águia” ao peito pelo agora defesa do United.

Os “encarnados” vão apresentando uma boa consistência defensiva, sob a liderança de Rúben Dias, mas será que a conseguirão manter? Aproveite esse dado defensivo e essa informação “privilegiada” quando fizer as suas apostas nas casas licenciadas em Portugal. A maneira mais fácil é visitar o Apostas Online em Portugal e aproveitar todas as vantagens.

Nada de admirar se virmos, por exemplo, os número que ambos têm no jogo aéreo ofensivo. Na Liga NOS, Rúben Dias faz um remate de cabeça a cada 289 minutos, enquanto o sueco o fazia uma vez a cada 698 minutos, quase de oito em oito jogos.

Mas até nem é de jogo aéreo que se vai falar por aqui. Onde Rúben Dias se tem verdadeiramente destacado é noutro tipo de duelos, mais terrenos, ao ponto de, ao fim de 13 jogos, liderar um ranking europeu.

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A par do turco Ömer Toprak, do Borussia Dortmund, o português é o único defesa-central a nível Europeu que ainda não foi driblado no seu campeonato. Mesmo na Liga dos Campeões, onde Rúben foi titular nos dois jogos contra o Manchester United, só Marcus Rashford, por uma vez, conseguiu ultrapassar o “camisola 66” em drible, e foi no jogo em Old Trafford. Quer isto dizer que, em jogos no Estádio da Luz, ainda ninguém conseguiu “fintar” Rúben Dias.

O feito não é de somenos, e basta comparar o seu registo com o de outros defesas-centrais muito utilizados nos “três grandes”.

DesarmesDribles consentidos% Sucesso
Rúben Dias1,20,00%
Jardel1,10,636%
Luisão1,40,214%
Felipe1,30,528%
Marcano1,10,323%
Coates2,20,517%
Mathieu1,10,428%

Médias por 90 minutos jogados (Fonte: GoalPoint/Opta)

Pelas zonas sensíveis em que actuam, os centrais tendem a tentar desarmar pouco, porque em caso de falha o risco é grande, mas o português parece saber escolher exactamente os momentos em que o pode fazer, assim como ter um grande controlo do tempo de entrada a cada lance.

Seja qual for a sua evolução, estes são números dignos de registo na sua idade e com a pouca experiência que tem, e é impossível não imaginar que pode passar por aqui o futuro de uma posição tão sensível na selecção portuguesa.