Rússia 🆚 A. Saudita | Czares de mão cheia 💥

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Que belo arranque de Campeonato do Mundo. Não pelo elevado nível do futebol apresentado por Rússia e Arábia Saudita, mas pela mão cheia de golos, todos para o mesmo lado. Os anfitriões entraram em grande estilo no seu Mundial, com cinco tentos sem resposta, numa demonstração de objectividade ante uma frágil Arábia Saudita.

A Rússia, empurrada pelo seu público, entrou com grande intensidade ofensiva na partida, chegando ao golo cedo, logo aos 12 minutos, por intermédio de um cabeceamento de Yuri Gazinskiy, após assistência de Aleksandr Golovin (aposta GoalPoint da Rússia para este Mundial). O corolário de uma superioridade evidente, expressa em quatro remates, um enquadrado, contra apenas uma tentativa (sem a melhor direcção) da Arábia Saudita. Ainda assim, a formação “visitante” tinha mais bola nesta fase, 52%, porém inconsequente.

A toada manteve-se, chegando os sauditas aos 60% de posse, mas o contra-ataque russo ameaçava e acabou por concretizar o 2-0, por Denis Cheryshev (entrado aos 24 minutos para substituir o lesionado Alan Dzagoev), após assistência de Roman Zobnin, mas com Golovin novamente no lance. Uma vantagem confortável ao intervalo, fruto da maior qualidade individual dos russos, bem mais eficazes que os sauditas (cinco remates, dois enquadrados, dois golos, quatro disparos contrários, nenhum na direcção da baliza).

O reatamento trouxe um jogo muito mais pausado e sem grandes motivos de interesse. A Arábia Saudita continuou a dominar a posse de bola, com 61% nos primeiros 20 minutos, mas nesta fase, 62% do jogo passava-se na zona intermediária, pelo que a posse das duas equipas (em especial dos sauditas) centrava-se no “miolo”. Só que os russos não estavam para trocas de bola e, mal aceleraram novamente o ritmo, chegaram ao 3-0, também pelo recém-entrado Artem Dzyuba, aos 71 minutos, após nova assistência de Golovin.

O vencedor estava encontrado, e com toda a justiça, mas o momento do jogo estava ainda para vir. Aos 91 minutos, Cheryshev recebeu fora da área e rematou de “trivela”, colocado, por cima do guarda-redes Abdullah Al-Mayoof, para o 4-0 – que o confirmou como melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 9.3, fruto de dois tentos em quatro remates. Um golo extraordinário a que se seguiu um outro, no último lance do jogo, um livre directo batido superiormente por Golovin para o 5-0.

No final, os números não mentem. Apesar dos 61% de posse de bola, a Arábia Saudita só fez seis remates e não enquadrou nenhum. A Rússia, por seu turno, foi muito mais objectiva, com 14 disparos, sete deles na direcção da baliza.

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