O Sporting foi derrotado de forma humilhante na Albânia (primeira vitória de uma equipa albanesa na Liga Europa) por 3-0, levando o que pensar na viagem de regresso, num jogo no qual os “leões” pareceram sempre nunca ter entrado em campo.

Jorge Jesus prometeu e cumpriu, apostando num “onze” alternativo em que se destacava o regresso de Tanaka e a repetição da aposta em Matheus Pereira e Bruno Paulista, que já haviam merecido a confiança do técnico na vitória em casa (5-1) sobre os albaneses.

CINCO MINUTOS DE PESADELO

O jogo até se iniciou numa toada “morna”, com o Sporting a controlar a posse (algo que faria durante toda a partida) mas sem criar perigo. Os albaneses, quiçá feridos no orgulho após as acusações que sobre eles recaíram após a visita a Alvalade, começaram a acreditar na hipótese de surpreender o “leão”, crença que ia sendo reforçada rapidamente à custa de remates e pontapés de canto, sem resposta por parte dos “verde-e-brancos”.

O descalabro chegaria entre o minuto 15′ (momento do primeiro golo albanês) e 19′ (conversão da grande penalidade do segundo golo, que ditou a expulsão de Rui Patrício). Em pouco tempo o Sporting era surpreendido pelo duro castigo de uma sucessão de erros individuais e colectivos com expressão máxima no marcador, e que condicionariam o resto da partida. O intervalo traria a expectativa de uma eventual “sacudidela” de mentalidades por parte de Jorge Jesus. Esperança vã.

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