O FC Porto foi à Madeira dar uma segunda “machadada” (no pun intended) na tradição insular e venceu o Nacional por 2-1 num jogo cheio de peripécias… meteorológicas.

O jogo até prometeu, com um arranque diabólico (três golos em 14 minutos), de parada e resposta, mas o “inesperado” nevoeiro que se instalou na Choupana, juntamente com uma postura mais guerreira do que futebolística das equipas, acabou por fazer desaparecer qualquer vislumbre do bom futebol inicial atirando o encontro até para várias interrupções e a obrigação de se disputarem os derradeiros minutos já nesta segunda-feira.

Liga NOS 2015/16 - J13 - Nacional vs Porto
Clique na infografia para ampliar (infografia: GoalPoint)

Nacional e Porto terminaram o primeiro tempo com 12 remates, cinco enquadrados, o que não sendo um registo por aí além acaba por ser muito superior ao que ofereceram no segundo tempo: quatro remates, dois enquadrados, divididos a meias entre as equipas. Um registo pobre, complementado pelo somatório de passes para ocasião efectuadas pelas equipas: apenas 11 (só o Porto registava uma média de 13 por encontro, até ao momento, na Liga).

Marcano, a marcar e a “varrer”

Com Brahimi, Maxi e Corona com bons desempenhos quantitativos o destaque vai para o espanhol Ivan Marcano, não só pelo golo marcado mas também pela “labuta” defensiva que ofereceu à equipa. É certo que o central foi protagonista em alguns lances polémicos, mas quem nos segue já sabe que não contribuímos para o “peditório do apito”, seja qual for a cor. Num jogo onde a defesa “azul-e-branca” voltou a tremer mais do que seria de esperar por esta altura, Marcano acabou por ser decisivo… em ambas as áreas.

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