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O Sporting adiou o que parecia fácil e não foi capaz de ir além de um empate sem golos frente ao Steaua Bucareste, na primeira mão do play-off de acesso à Liga dos Campeões. Apesar de um ou outro calafrio, os “leões” foram quase sempre superiores, mas esta tendência não se reflectiu no jogo em si, sobretudo no último terço, uma vez que raramente foram capazes de importunar o guarda-redes Nita, um mero espectador durante quase 70 minutos.

O Jogo explicado em Números 📊

  • O Sporting entrou na partida de forma autoritária, ainda que sem criar muito perigo junto da baliza romena. Passados 15 minutos, os “leões” tinham 65% de posse, 84% de eficácia de passe (contra apenas 64% do adversário) e quatro cantos, mas apenas dois remates, um deles enquadrado, de autoria de Piccini.
  • Com o passar dos minutos, o Steaua cresceu na partida, chegando à meia-hora já com mais remates enquadrados do que o Sporting (2-1), ambos pertencentes ao avançado Alibec, que por pouco não surpreendeu Rui Patrício em duas ocasiões, uma delas com uma “bomba do fundo da rua”.

  • Um dos motivos para a fraca produção ofensiva do Sporting estava no isolamento de Bas Dost, que se sentia um peixe fora de água. O avançado holandês raramente se mostrava estar envolvido nos processos ofensivos da sua equipa, terminando a primeira parte com apenas 12 toques e dez passes (números mais baixos da equipa), para além de zero remates.
  • Intervalo Terminada a primeira parte, o Steaua levava o triplo de remates enquadrados do Sporting, ainda que a equipa leonina tivesse tido mais posse de bola (60%) e uma clara vantagem nas bolas colocadas na área adversária (30-8). Rui Patrício, com três defesas, uma recolha e sete bolas longas bem sucedidas em oito tentativas, liderava os GoalPoint Ratings, com nota 6.4, seguido por Gelson Martins 6.3, que já somava quatro dribles eficazes. Do lado do Steaua, o melhor era o defesa Momcilovic 5.9, com seis alívios, uma ocasião flagrante criada e 14 passes certos em 15 efectuados.

  • O início da segunda parte foi uma autêntica fotocópia do da primeira, com o Sporting a mostrar-se novamente autoritário: mais posse (60%-40%) e maior eficácia de passe (83%-46%) nos primeiros 15 minutos, mas sem conseguir criar ocasiões de golo. Por mim, Bas Dost fez um remate, mas este saiu desenquadrado com a baliza de Nita.

  • Aos 67 minutos, Jorge Jesus tirou Adrien, um de apenas dois jogadores do Sporting com mais do que um passe para finalização. O outro era Acuña, que levava ainda um cruzamento eficaz, dez duelos ganhos em 15 disputados e… 26 perdas de posse.
  • Ainda antes da recta final do desafio, Enache teve nos pés uma flagrante oportunidade para desfazer o nulo, mas na cara de Rui Patrício não conseguiu melhor do que rematar rente ao poste esquerdo. Ouviam-se assobios nas bancadas do Estádio de Alvalade, que acabariam por vibrar minutos depois com a expulsão de Pintilii, por acumulação de amarelos.

  • Já no período de descontos, Bas Dost teve uma oportunidade claríssima para marcar, mas não foi capaz de se superiorizar a Nita, que não só defendeu o remate do holandês como mostrou apurados reflexos para “tirar o pão da boca” ao adversário quando este se preparava para o ressalto. Terminava assim a primeira fase da caminhada do Sporting rumo à Liga dos Campeões, depois de uma exibição com muita intensidade mas pouco brilho.

O Homem do Jogo 👑

Ver Gelson Martins a actuar em jogos europeus é algo que qualquer amante de futebol devia experimentar. Esta noite, o jovem extremo esteve mais uma vez endiabrado, chamando a si por diversas vezes as despesas de um ataque despojado de inspiração. Gelson Martins não fez nenhum remate à baliza, é certo, mas merece nota 7.3 nos  GoalPoint Ratings por tudo o que de resto fez. E não foi pouco: dois passes para finalização, dois cruzamentos eficazes, oito dribles eficazes, dez bolas colocadas na área contrária, 11 duelos ganhos em 15 disputados e oito recuperações de posse. Uma exibição de fazer crescer água na boca.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Piccini 6.9 – Mais uma exibição a um nível superior do que o crédito que lhe é atribuído. Foi feliz nos quatro dribles que executou, falhou apenas oito dos 48 passes que realizou, recuperou a bola dez vezes e somou 11 acções defensivas.
  • Coentrão 6.4 – Entrou na lista de convocados à última hora e não se deu nada mal a titular. Somou quatro dribles eficazes em nove tentativas, 11 duelos ganhos, três intercepções e quatro faltas sofridas. Pela negativa, perdeu a bola 24 vezes.
  • Nita 6.2 – Não teve muito trabalho, é certo, mas sempre que foi chamado a intervir fê-lo bem, contabilizando três defesas, outras tantas recolhas e duas saídas pelo solo eficazes. A distribuir jogo esteve muito mal: acertou apenas nove dos 37 passes que fez.
  • Alibec 6.0 – Foi o autor dos três remates enquadrados do Steaua, dois deles bastante perigosos, e de quatro dribles eficazes. Mas também houve aspectos negativos: nove duelos ganhos em 27 disputados, oito desarmes sofridos, cinco faltas cometidas e quatro ocasiões em que não conseguiu controlar o esférico.
  • Bas Dost 5.1 – Noite para esquecer do avançado holandês. Falhou uma ocasião flagrante de golo, no único remate enquadrado que fez, e venceu apenas cinco dos 15 duelos que disputou.

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