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O Sporting arrancou, a ferros, uma vitória por 1-0 em casa ante o Feirense. Num jogo de quase sentido único, mas no qual os “fogaceiros” mostraram-se sempre muito organizados e até perigosos no primeiro tempo, valeu ao “leão” um golo de Jovane Cabral perto do fim. Até esse momento assistiu-se a uma grande avalanche ofensiva do Sporting, que esbarrou numa defesa coesa e um Caio inspirado, obrigando os da casa a realizarem 14 remates de fora da área, de um total de 26, e também num guarda-redes verdadeiramente inspirado.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Primeiros dez minutos de jogo com intenso domínio leonino, balanceado para o ataque e em busca do golo. Nesta fase, os “leões” registavam 68% de posse de bola e quatro remates, três deles enquadrados. Porém, sem grande perigo. O Feirense, com apenas 56% de eficácia de passe, tentava apenas acertar marcações.
  • Aos poucos os “fogaceiros” começaram a travar a iniciativa leonina, pelo menos na criação de jogadas de perigo. Aos 16 minutos, Edinho, de livre directo, acertou na barra da baliza de Romain Salin, no primeiro disparo dos visitantes.

  • A meia-hora chegou com o Sporting a não encontrar soluções para romper a defensiva contrária. Faltava intensidade e velocidade nas trocas de bola e combinações, apesar do domínio que se mantinha nos 68% de posse. Nesta fase a equipa de José Peseiro registava nove remates, mas a eficácia havia caído bastante, sendo que apenas quatro alvejaram a baliza do Feirense.
  • Destaque, nesta fase, para Edson Farias. O lateral-direito do Feirense estava a dar “águia pela barba” a Nani, registando seis desarmes por volta dos 40 minutos, de longe o máximo do jogo.

  • As melhores ocasiões do jogo surgiram perto do descanso. Aos 41 minutos, Fredy Montero trabalhou bem, rematou para grande defesa de Caio Secco e, na recarga acrobática, Raphinha não conseguiu ultrapassar o guardião forasteiro. Edinho respondeu nos descontos, a receber de Fábio Sturgeon na pequena área, mas a rematar por cima.
  • Intervalo Primeiro tempo de domínio leonino, mas sem grande eficácia ofensiva, apesar dos 13 remates que a equipa de Alvalade realizou, sete de dentro da grande área, seis deles enquadrados. A superioridade era do Sporting em quase todos os capítulos, em especial na posse de bola, que chegava aos 65%. O Feirense quase marcou nos dois remates que fez na primeira parte, ambas por Edinho. O melhor em campo ao intervalo era Bruno Fernandes. O médio não marcou ou assistiu, mas chegou a esta fase com um GoalPoint Rating de 6.5, fruto de três remates, quatro passes para finalização e 90% de eficácia de passe.

  • As dificuldades leoninas no ataque prosseguiram no arranque do segundo tempo. Chegada a hora de jogo, os “leões” registavam 61% de posse desde o descanso e quatro remates (um enquadrado). Porém, todos os disparos da equipa da casa aconteceram fora da grande área do Feirense, demonstrativo das dificuldades de furar a defesa visitante.
  • A verdade é que, aos poucos, o Feirense aproximava-se com cada vez mais frequência da baliza leonina, ao ponto de, aos 70 minutos, ter três remates no segundo tempo, dois deles enquadrados com a baliza de Salin, mais um com boa direcção do que o Sporting conseguira desde o intervalo.

  • Porém, quando o “leão” conseguia libertar-se, tinha pela frente um guarda-redes do Feirense em noite verdadeiramente inspirada. Por volta dos 75 minutos chegou às 11 defesas na partida, igualando o máximo de “paradas” na Liga desde que há GoalPoint. E ainda faltava muito tempo para o final.
  • A pressão leonina intensificou-se e, por volta dos 80 minutos, o Sporting registava já 25 remates, 11 com a melhor direcção, embora com ligeiramente menos posse de bola (59%). O jogo entrava numa fase de menos discernimento e mais coração.

  • Até que, aos 88 minutos, a insistência sportinguista deu frutos. Excelente lance na direita, Raphinha serviu Ristovski, este cruzou rasteiro e tenso, ao ponto de a defesa feirense não conseguir afastar, e o recém-entrado Jovane Cabral reagiu mais rápido para encostar na pequena área, para o fundo da baliza. Um tento ao 26º remate da equipa da casa, 12º enquadrado.

O Homem do Jogo 👑

Este foi um jogo ingrato para Bruno Fernandes. O médio leonino realizou um excelente encontro, mas faltou-se a “sua” referência de ataque, Bas Dost, para dar sequência a tudo o que fez ante o Feirense. Fácil, portanto, afirmar, como ouvimos em algumas meios, que o português foi “uma sombra do que costuma ser”, pois não teve consigo o brilho do golo ou do passe decisivo, mas a verdade é que Bruno Fernandes foi o melhor em campo, por aquilo que produziu na partida, terminando com um GoalPoint Rating de 7.4. Eis a sua folha de serviço: cinco remates, seis passes para finalização (máximo do jogo), oito cruzamentos (máximo da partida), dois deles eficazes (idem) e 66 acções com bola, apenas atrás das 72 de Marcos Acuña.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Caio Secco 6.9 – Que grande exibição do guarda-redes do Feirense. É certo que o grau de dificuldade das defesas do brasileiro não foram de monta, na sua maioria, mas a verdade é que Caio foi evitando o golo leonino, terminando com 11 defesas, o máximo partilhado da Liga NOS até ao momento.
  • Raphinha 7.3 – O segundo melhor da partida. O jovem extremo esteve no melhor que o Sporting produziu, graças à sua velocidade e imprevisibilidade. O brasileiro fez seis remates, três deles enquadrados, registou três passes para finalização e ainda ajudou na defesa, com quatro bloqueios de passe.
  • Nani 6.0 – Jogo positivo do capitão leonino, embora sem ser decisivo. O internacional português rematou três vezes, fez três passes para finalização e ainda ganhou dois de cinco duelos aéreos ofensivos.
  • Fredy Montero 6.0 – Sem Bas Dost, cabe a Montero ser o homem dos golos. Mas as coisas não lhe têm corrido bem nesse capítulo. No entanto, esteve muito activo, com quatro remates, dois deles enquadrados (um para grande defesa de Caio).
  • Antonio Briseño 6.0 – Jogo competente do mexicano. No final, o defesa-central registou seis duelos aéreos defensivos ganhos em sete e ainda somou 14 acções defensivas, seis delas intercepções.

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