Sporting 🆚 P. Ferreira | “Nota artística” compensou aperto

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O Sporting regressou aos triunfos com uma vitória por 4-2 frente ao Paços de Ferreira. Os “leões” souberam terminar a primeira parte com uma vantagem com “nota artística” e eficácia, mas foram surpreendidos por um Paços que no segundo tempo soube obrigar os da casa a trabalhos forçados.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Os “leões” entraram a mandar no jogo, como esperado, com posse acima dos 70%. Aos 12 minutos surgia o desbloqueador madrugador: uma grande penalidade convertida por Adrien (que já havia falhado uma nesta Liga). O capitão era a figura em evidência, e não só pelo golo madrugador.

  • Apesar da entrada forte e do golo ,os números mostravam equilíbrio: por volta dos 30 minutos, “leões” e pacenses tinham ambos um remate enquadrado, mas os visitantes somavam todos os cantos do jogo (3) e os “verde-e-brancos” até cometiam mais faltas (9-4). O Sporting registava por esta altura 65% de posse. Mas o “leão” iria aparecer logo a seguir.
  • Aos 32 minutos, por Bas Dost e aos 35 com uma “obra-prima” de Gelson, o Sporting dava um empurrão decisivo no marcador apresentando total eficácia: os “leões” atingiam três golos noutros tantos remates enquadrados.

  • Intervalo Por esta altura, Gelson 7.5, Adrien 6.5 e Bas Dost 6.1 lideravam os   GoalPoint Ratings. Todos haviam marcado mas também tinham oferecido algo mais à tranquila primeira parte dos “verde-e-brancos”. O extremo estava especialmente “endiabrado”: para lá do golo somava dois dribles eficazes, quatro duelos e ainda sete recuperações de posse, mais duas do que o capitão Adrien, também ele muito activo nesse domínio. Da primeira parte sobrava também uma indicação para o clássico da próxima jornada: William estaria fora das contas, ao atingir o quinto amarelo.
  • O primeiro remate do segundo tempo marcaria a intenção do Paços em mostrar algo mais do que o havia feito até então: golo de Welthon, num remate cruzado a passe de Christian (um dos melhores “castores” no primeiro tempo). Os “castores” queriam discutir o resultado.
  • Era a vez do Paços de mostrar maior atrevimento e do Sporting de tentar gerir o jogo e aproveitar o contra-ataque. A posse equilibrava-se perto dos 70 minutos (52%-48% no segundo tempo), com quatro remates para os pacenses contra dois dos leões.

  • Aos 76′ e 78′ nova fase animada do marcador, com os dois homens-golo em campo a marcarem: primeiro Welthon (8º na Liga), para o Paços, logo a seguir Bas Dost, a fazer o 16º na prova, este último no primeiro remate enquadrado “verde-e-branco” da segunda parte. Pelo meio ia aparecendo Rui Patrício, que terminou o jogo com quatro defesas, contra zero do seu homólogo.
  • O quarto tento leonino, obtido noutros tantos remates enquadrados, colocaria fim à clarividência pacense na hora de tentar relançar a partida. Os “leões” colocavam assim um ponto final numa série de resultados menos positivos, sendo obrigados, no entanto, a maior esforço do que aquele que certamente previam ao intervalo, perante um Paços que tanto fez no segundo tempo que acabou a partida com mais remates, mais disparos enquadrados, mais cantos e menos faltas que os anfitrões.

O Homem do Jogo 👑

A diferença é quase irrelevante ( 7.24  vs. 7.20 ), mas o Homem do Jogo acabou por ser Gelson Martins, quase em ex aequo com Bas Dost. O extremo apagou-se no segundo tempo, mas não só assinou um golo para as compilações como venceu oito duelos, quatro dribles, ofereceu um passe para ocasião e recuperou 10 vezes a posse. Já o holandês foi igual a si próprio: dois golos em quatro remates e três duelos aéreos ganhos em quatro. É para isso que ele lá está, e ele cumpre.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Schelotto 6.5 – Foi o maior criador de ocasiões (3) do jogo e uma delas deu em assistência. Para além disso ganhou a maioria dos seus duelos (8/14). Parece ser a melhor opção para a lateral direita.
  • Welthon 6.1 – Marcou os dois golos do Paços e foi um mouro de trabalho, disputando um incrível total de 25 duelos, dos quais ganhou 12.
  • Welthon 5.9 – Falhou apenas dois dos 54 passes que efectuou, e foi o sportinguista com o maior número de desarmes (4).
  • Defendi 3.7 – Sofreu quatro golos nos quatro remates que foram à sua baliza. O último então foi um disparate, e quebrou o momento da sua equipa. Noite para esquecer.

Resumo💻

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