Sporting 🆚 Paços | Leão mantém eficácia predatória 🦁

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O Sporting está cada vez mais lançado no topo da classificação. Os “leões” receberam a venceram a grande sensação da Liga NOS 2020/21, o Paços de Ferreira, por 2-0, e aumentaram para dez os pontos de vantagem sobre o FC Porto, mantendo em 11 a distância para o Sporting de Braga e ampliando para 13 a diferença para o Benfica. Em jogo da 19ª jornada, a equipa de Rúben Amorim foi melhor, estudou bem as forças do Paços e anulou-as, ao mesmo tempo que aproveitou as melhores situações de que dispôs, marcando por João Mário, de penálti, e João Palhinha, um tento em cada parte.

[ Resultado espelha os xG de ambas as equipas ]

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Resumo 📺

O jogo explicado em números 📊

  • “Leões” com quatro novidades relativamente ao jogo ante o Gil Vicente. João Mário, Gonçalo Inácio, Nuno Mendes e Tiago Tomás foram lançados por Rúben Amorim, saindo Neto, Antunes, Matheus Nunes e Nuno Santos. Quando ao empate pacense em casa com o Portimonense, apenas uma alteração, com Diaby a sair para entrar Bruno Costa.
  • Primeira grande ocasião para o Sporting, aos dez minutos. Pedro Gonçalves irrompeu pela área, pela esquerda, e cruzou atrasado. Paulinho, com um desvio de calcanhar “em cima” do guarda-redes do Paços, obrigou Jordi a intervenção atenta. No primeiro quarto-de-hora, aliás, o Sporting teve mais bola (59%), o único remate (este de Paulinho), mas o jogo ainda estava algo indefinido, pois os “castores” mostram-se uma equipa de olhos postos no ataque. 

  • Porém, aos 19 minutos, o árbitro assinalou falta de Pedro Rebocho sobre Pedro Gonçalves na grande área e a respectiva grande penalidade. Na conversão, João Mário (20′) não vacilou e atirou a contar para o 1-0, ao segundo remate leonino na partida, segundo com boa direcção.

  • O golo como que “congelou” o jogo. Até à meia-hora não se registaram mais remates, com o “leão” a controlar as operações e a evitar que o Paços tivesse bola, cortando “pela raiz” as possibilidades de reacção. Os 73% de eficácia de passe também não ajudavam os visitantes a ligar o seu jogo de forma consistente, embora os dois emblemas registassem o mesmo número de acções com bola nas áreas contrárias (cinco cada).

  • Pedro Gonçalves era, nesta altura, o melhor elemento em campo, com um rating de 6.4, fruto de um passe para finalização, três acções com bola na área pacense e duas tentativas de drible, ambas com sucesso e no último terço. E aos 41 minutos, Luther Singh esteve muito perto de marcar, a rematar em zona frontal para uma extraordinária defesa de Antonio Adán. Foi o primeiro disparo dos “castores” na partida.
  • Intervalo O Sporting materializou a melhor ocasião de jogo, uma grande penalidade convertida por João Mário aos 20 minutos, após falta de Rebocho sobre o melhor marcador da Liga, Pedro Gonçalves. O “leão” teve um pouco mais de bola, até conseguiu chegar à área sportinguista com regularidade (9), mas sentiu dificuldades para alvejar a baliza contrária. O melhor nesta fase era “Pote”, com um GoalPoint Rating de 6.2, em especial pelo passe para finalização que fez, o penálti que sofreu, as quatro acções com bola na área contrária e os dois dribles completos em quatro tentados.

  • A reentrada leonina não podia ser melhor. Aos 48 minutos, canto da direita, Feddal, ao primeiro poste, desviou para o segundo onde surgiu João Palhinha a rematar de primeira para o 2-0. E o Paços sentiu o golpe, perdendo muito do ímpeto ofensivo que vinha demonstrando na partida.

  • Assim, aos 60 minutos, o Sporting registava 52% de posse, seis remates, três enquadrados, enquanto os “castores” não somavam qualquer disparo desde o descanso, nem mesmo acções com bola na área contrária, depois de ter conseguido nove na etapa inicial. Uma das forças do Paços, os duelos aéreos ofensivos, nomeadamente através de Douglas Tanque, estava a ser completamente anulada pela defesa leonina, que ganhava, nesta fase 80% dos lances pelo ar em processo defensivo.

  • Não desistiu a equipa de Pêpa e, nos dez minutos seguintes, fez três remates (todos desenquadrados) e somou cinco acções com bola na área sportinguista, mas com muitos cruzamentos e bolas pelo ar, algo que a formação da casa agradecia. Nesta fase já a equipa da Capital do Móvel conseguia 83% de eficácia de passe, mas dava a ideia clara que este novo ímpeto vinha tarde demais.

  • E era mesmo. O Sporting controlou o jogo até final, tapou todos os caminhos para a sua baliza, não deixou os pacenses dar sequência ao bom jogo de posse e conseguiu mais um importante triunfo, o quinto consecutivo neste campeonato.

[ Coates e Feddal parece que tiveram um jogo à parte entre ambos ]

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O melhor em campo GoalPoint👑

Um “monstro” nesta equipa do Sporting, o coração, a espinha dorsal, mas também o cérebro e os membros de um autêntico “polvo” que tudo domina no meio-campo. E esta segunda-feira também no ataque. João Palhinha foi o melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 6.8. O “trinco” fez o 2-0 para o emblema de Alvalade, marcando pela primeira vez esta temporada na Liga, ao 25º remate que fez. No passe completou 85% dos 27 que realizou, ganhou os dois duelos aéreos ofensivos em que participou, recuperou quatro vezes a posse de bola e somou duas intercepções.

Jogadores em foco 🔺🔻

  • Sebastián Coates 6.7 – Mais um capítulo na grande época leonina. O uruguaio voltou a ser um exemplo de solidez, com três duelos aéreos defensivos ganhos (100%), três intercepções e dois dribles completos em outras tantas tentativas.
  • Pedro Gonçalves 6.4 – O melhor elemento na primeira parte acabou por ser ultrapassado pelos acontecimentos na segunda, ainda assim registou o terceiro melhor rating. “Pote” desta vez não marcou, mas sofreu falta para grande penalidade, completou duas de quatro tentativas de drible e acabou substituído perto dos 70 minutos.
  • Paulinho 6.2 – Ainda não foi desta que o ex-Braga marcou com a nova camisola. O ponta-de-lança foi, contudo, muito importante nas movimentações, a abrir espaços para a velocidade dos colegas de equipa. Saiu perto da hora de jogo com uma ocasião flagrante criada, dois dribles eficazes (100%) e quatro recuperações de posse.

  • Luther Singh 6.2 – O melhor jogador da equipa pacense. O extremo sul-africano foi sempre o mais perigoso dos “castores”, terminando com dois remates, um enquadrado, quatro acções com bola na área contrária, três dribles completos em três tentativas, dois no último terço, e ainda somou seis recuperações de posse. 
  • Pedro Porro 6.0 – Mais um jogo competente do espanhol, que somou o máximo de passes ofensivos valiosos, completou três de cinco tentativas de drible, registou seis recuperações de posse e três intercepções, ambos máximos do jogo.
  • João Mário 5.9 – O internacional português pouco se vê, mas está lá a “puxar os cordelinhos”. Além do golo que fez, de penálti, completou as duas tentativas de drible e fez três recuperações de posse.

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