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GoalPoint-Suécia-Korea Republic-WC2018-90m
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A Suécia colou-se ao México na liderança do Grupo F, ao vencer a Coreia do Sul por 1-0. Num jogo nem sempre bem jogado e de sentido único até ao tento sueco, os coreanos só apostaram verdadeiramente no ataque quando se viram em desvantagem, mas não enquadraram nenhum dos seus remates. Com este resultado, a equipa asiática junta-se à Alemanha no fundo da tabela do grupo, com zero pontos.

A Coreia do Sul começou atrevida, mas os suecos, aos poucos, começaram a tomar as rédeas da partida, chegando aos 56% de posse de bola por volta dos 20 minutos. E foi nesta altura que Marcus Berg teve nos pés o 1-0, isolado frente a Cho Hyun-Woo, mas o guarda-redes defendeu uma bola com selo de golo, naquela que foi a primeira ocasião flagrante desperdiçada, no primeiro remate do jogo.

A verdade é que estava definida a tendência da partida até ao intervalo. Suécia muito melhor, com 65% de posse, nove remates, dois enquadrados (contra um disparo, para fora, dos coreanos), 16 bolas colocadas na área contrária e muito mais argumentos, travados apenas pelo grande número de asiáticos na sua grande área e um Cho Hyun-Woo que ia resolvendo os problemas na baliza. Ainda assim era um defesa-central sueco, Andreas Granqvist, o melhor em campo nesta fase, com um rating de 6.7, graças a três passes para finalização.

A Coreia do Sul surgiu no segundo tempo mais afoita, a aparecer com mais frequência junto da baliza de Robin Olsen. Porém, o jogo ainda era nórdico, com 60% de posse por volta dos 64 minutos. Altura em que a Suécia chegou à vantagem. Com recurso ao VAR, o árbitro assinalou grande penalidade, a castigar falta de Kim Min-Woo sobre Viktor Claesson e Granqvist converteu o pontapé com sucesso para o 1-0 – no 12º disparo suíço no jogo, terceiro enquadrado.

Em desvantagem, os coreanos partiram para cima da Suécia e deixaram a formação europeia em apuros em diversos momentos mais para o fim do jogo. Uma pressão intensa que não deu frutos em termos de golos, mas que mudou a tendência estatística da partida no segundo tempo. No final, a Coreia terminou com 44% de posse no cômputo geral, mas com 54% só na segunda parte. Contudo, cinco remates (quatro no segundo tempo) e nenhum enquadrado não serve para quem quer chegar ao golo.

O melhor em campo foi o central Granqvist, que já o era antes de fazer o único tento da partida. O defesa registou um GoalPoint Rating de 7.9, pelo golo, pelos três remates (dois com boa direcção), mas também pelos três passes para finalização, 88 acções com bola e oito acções defensivas.

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