O Sporting CP conquistou a Supertaça 2015/16 frente ao Benfica por 1-0, naquela que foi provavelmente a mais antecipada final da prova na era moderna do futebol português? Culpado? Jorge jesus. Culpado pela expectativa gerada até ao apito inicial e responsável também pelo que se passou a partir do momento em que Jorge Sousa deu início às “hostilidades”.

Supertaça 2015/16 - Os onzes
Supertaça: os onzes que iniciaram a Supertaça 2015/16

A eventual sobranceria que o carismático treinador revelou durante a semana, motivando fortes críticas de comentadores e colegas de profissão, teve sequência coerente no que se passou em campo, goste-se ou não do estilo. Em nenhum momento da partida pareceu o (irreconhecível?) Benfica capaz de se superiorizar a um Sporting que, desde o primeiro momento, se superiorizou no meio-campo, mesmo nos momentos em que o jogo foi mais repentino do que bem jogado (e foram muitos) e mesmo tendo em conta uma ausência que ninguém pareceu acusar: William Carvalho.

Rui Vitória procurou contrariar a ideia veiculada por Jesus durante a semana, apresentando um onze pleno de surpresas (vide infografia acima). E em boa verdade, apesar da subjugação “encarnada” ao miolo leonino, a verdade é que, com maior eficácia, a “águia” poderia ter chegado ao golo antes dos “leões”, por intermédio de Jonas, que desperdiçou duas grandes ocasiões para, de cabeça, surpreender os mais afirmativos “verde-e-brancos”.

Supertaça 2015/16 - O Duelo
Samaris versus João Mário: o meio-campo encarnado foi subjugado pelo miolo leonino

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