Numa semana em que os clubes profissionais voltaram a definir uma nova liderança para o futebol profissional português (Pedro Proença), nada como aproveitar o momento para perspectivar três ideias que reúnem dois pontos em comum: o potencial de revolucionar drasticamente a Liga NOS em particular e que… provavelmente nunca serão implementadas, pelo menos em toda a sua extensão.

Não vamos falar de arbitragem, de regulamentos disciplinares nem de outros temas tão gastos quão perdidos em si próprios, a maioria deles mais dependentes do que se decide lá fora do que o que se discute, por vezes histericamente, cá dentro.

Abordamos sim três ideias, complementares entre si, tendo como objectivo claro apenas e só… o reforço da nossa vontade de nos sentarmos num estádio ou num sofá e consumir o máximo que nos seja oferecido acerca da Liga NOS, com benefícios para os adeptos, Liga, clubes e diversos agentes envolvidos. Parece limitativo mas se ao menos isto fosse conseguido já estaríamos no bom caminho.

Ryan Gauld
A equipa b do Sporting CP goleou o Vitória de Setúbal por 6-1 na pré-temporada 2015/16. A competitividade do modelo actual da Liga não passará de uma miragem?

Colocamos também de parte quaisquer perspectivas de exequibilidade e concentramo-nos nas ideias, até porque não temos qualquer expectativa acerca da sua implementação no futebol português, pelo menos no nosso tempo de vida. Mas isso não invalida que pensemos nelas e que as partilhemos, mesmo que da parte do leitor apenas venhamos a suscitar a conhecida tirada trocista… “mete mais tabaco nisso“.

Vamos a isto.

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