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O FC Porto perdeu terreno para o Benfica na luta pelo título, ao empatar a zero no terreno do Vitória de Guimarães. Numa partida muito disputada, embora por vezes de forma algo ríspida, como comprovam as 39 faltas, os “dragões” estiveram quase sempre por cima, acabando, no entanto, por não conseguir bater o guarda-redes Douglas, que apenas teve de travar seis dos 22 remates efectuados pelos visitantes – um sinal da ineficácia dos homens de Sérgio Conceição.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Bom início de partida do FC Porto, que rematou três vezes durante os primeiros 20 minutos, uma delas à barra, num verdadeiro “míssil” de Soares. Os “dragões”, que apenas permitiram um remate ao Vitória neste início de partida, eram ainda superiores em termos de posse de bola (58%-42%) e eficácia de passe (78%-67%).

  • Tozé foi um mero espectador na primeira meia-hora de jogo, somando apenas três passes e sete acções com bola (quatro delas resultantes em perdas de posse) – ambos mínimos na equipa minhota.
  • Formado no Olival, Rafa Soares entrou em campo determinado a mostrar valor frente à sua antiga equipa. Em apenas 35 minutos, o lateral-esquerdo vitoriano fez dois remates, um deles à baliza, somou 24 acções com bola, duas intercepções, três desarmes e quatro recuperações de bola.

  • Atuação desastrada de Marega na primeira parte do desafio. O maliano fez dois remates, nenhum dos quais enquadrado com a baliza, perdeu a bola 13 vezes (mais do que qualquer outro jogador de campo), venceu um duelo em sete e somou apenas seis passes.
  • Intervalo Primeiros 45 minutos de claro ascendente do FC Porto, que revelou, no entanto, uma tremenda ineficácia, enquadrando apenas um dos dez disparos que efectuou até ao intervalo. A contrabalançar a falta de pontaria estavam outros indicadores em que os “dragões” eram bastante superiores, como posse de bola (62%-38%), pontapés de canto (5-1) e eficácia de passe (78%-65%). O destaque ia para o espanhol Óliver Torres que, com 37 acções com bola, um drible eficaz, dois passes longos eficazes e seis acções defensivas, liderava os GoalPoint Ratings ao intervalo, com nota 6.3.

  • O início da segunda parte trouxe mais do mesmo, com o FC Porto a ter mais bola (68%-32%) e a demonstrar mais qualidade na sua troca, mas sem conseguir criar perigo junto da baliza de Douglas. Aos 60 minutos, Óliver Torres atirou para defesa do guarda-redes brasileiro, quebrando um período de quase 40 minutos sem rematar à baliza por parte dos “dragões”.
  • Com apenas uma acção defensiva nos primeiros 65 minutos, Alex Telles dava nas vistas pelo seu contributo ofensivo, contabilizando três passes para finalização, tantos quanto a equipa inteira do Vitória.

  • Frederico Venâncio foi decisivo aos 77 minutos com um corte em cima da linha, impedindo Marega de fazer o 1-0. O antigo central do Vitória de Setúbal era uma das figuras da equipa da casa, somando ainda dez alívios e três bloqueios de remate.
  • À entrada para os descontos, o FC Porto somava 11 disparos, cinco dos quais à baliza. Curiosamente, o jogador “azul-e-branco” com mais remates na partida, Soares, teimava em não conseguir alvejar a baliza do Vitória, tendo quatro dos seus cinco disparos sido bloqueados por adversários.

O Homem do Jogo 👑

Mais uma excelente exibição de Óliver Torres, um dos jogadores portistas mais inconformados com o resultado. O criativo espanhol alcançou três máximos da noite, com cinco passes longos eficazes para o último terço do campo – mais três do que qualquer outro jogador -, 90 acções com bola e 15 recuperações de posse. Para além disso, foi igualmente importante na retaguarda, somando 12 acções defensivas, metade das quais desarmes, e foi feliz nos três dribles que executou. Estes números ajudam a “esquecer” os pontos menos positivos da exibição de Óliver Torres (19 passes falhados, 24 perdas de posse e três dribles consentidos) e explicam a nota 8.4 nos GoalPoint Ratings com que o médio portista fechou o desafio.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Corona 7.5 – O mexicano foi novamente uma peça importante no motor da formação portista, com três remates, dois deles à baliza, uma ocasião flagrante criada, dois dribles eficazes, 69 acções com bola e quatro faltas sofridas. Também deu uma “perninha” a defender, somando cinco desarmes.
  • Wakaso 6.7 – O médio ganês teve a nota mais alta da sua equipa graças em parte às suas 17 acções defensivas, 11 das quais foram desarmes – novo máximo da Liga 18/19. Pela negativa, consentiu quatro dribles e cometeu sete faltas, ambos máximos da noite.
  • Éder Militão 6.6 – Deu nas vistas com três dribles eficazes em cinco tentativas, quatro duelos aéreos defensivos ganhos em seis disputados e quatro desarmes. Falhou 12 passes, seis deles curtos, e perdeu a posse em 20 ocasiões.
  • Douglas 5.4 – Foi decisivo com quatro defesas, três delas a remates de dentro da área, mas a sua nota foi penalizada por ter apenas acertado cinco passes em 25, desperdiçando 11 das 13 bolas longas que colocou.
  • Marega 4.8 – Fez três remates, um deles à baliza, desperdiçando duas ocasiões flagrantes. Perdeu a posse 19 vezes, sofreu cinco desarmes e controlou mal a bola em nove situações, igualando o máximo deste registo negativo nesta Liga.

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